Featured Video

Visão Mundial

Somos uma organização não governamental cristã, brasileira, de desenvolvimento, promoção de justiça e assistência, que, combatendo as causas da pobreza, trabalha com crianças, famílias e comunidades.

Wikileaks

Somos uma organização sem fins lucrativos dedicada a trazer informações importantes para o público.

Greenpeace

Somos uma organização global e independente que atua para defender o ambiente e promover a paz, inspirando as pessoas a mudarem atitudes e comportamentos.

Associação de Assistência à Criança Deficiente

Somos uma entidade privada, sem fins lucrativos, que trabalha há 60 anos pelo bem-estar de pessoas com deficiência física.

Médicos Sem Fronteiras

Médicos Sem Fronteiras é uma organização médico-humanitária internacional, independente e comprometida em levar ajuda às pessoas que mais precisam.

29 julho 2010

O maquinista do trem fantasma apita em todas as curvas do país sem ferrovias

por Augusto Nunes


FONTE: Coluna do Augusto Nunes - Site Veja

O presidente Lula já apareceu fantasiado de piloto de avião, cangaceiro, noivo de festa junina, cavaleiro, cacique, caminhoneiro, sem-terra, farofeiro com isopor, índio boliviano, rei africano, cartola, dono do time, jogador de futebol, churrasqueiro, até de estadista. Mas nunca foi fotografado brincando de maquinista numa locomotiva. Não por falta de vontade, mas por falta de locomotivas, vagões e trilhos. A rede ferroviária brasileira é pouco mais que nada, o sistema de transporte de passageiros está em frangalhos. Mas Lula resolveu juntar à coleção a fantasia de maquinista de trem-bala.

“Vai ter gente que não vai gostar, porque estamos gastando dinheiro no trem-bala”, recitou outra vez, sempre duelando contra o sujeito indeterminado. “Essa gente quer fazer um trem lesma, mas nós queremos logo o bicho mais ligeiro. O pessoal viaja para China e lá o trem é maravilhoso, mas aqui no Brasil é aquele toc-toc pendurado. O Brasil tem competência e vamos fazer”. Com um presidente que diz essas coisas, nenhum país pode fazer muito. Em matéria de ferrovia, o Brasil de Lula não tem feito coisa alguma.

A menção à China confirma que o chefe de governo é fruto do cruzamento da soberba com a ignorância. Em 2002, quando os chineses embarcaram pela primeira vez num trem de alta velocidade (TAV), a malha ferroviária tinha 54 mil km de trilhos espalhados por um território de 9,6 milhões de quilômetros quadrados. O Brasil tem 8,5 milhões de quilômetros quadrados e menos de 29 mil km, quase todos administrados por empresas privadas e restritos ao transporte de cargas.

A frequência e a desenvoltura com que vem despejando vigarices ferroviárias sugere que, para Lula, brasileiro aceita qualquer número. O silêncio dos adversários reafirma que a oposição odeia conferir contas. Se não fosse assim, multidões de adversários estariam debruçados sobre relatórios oficiais que, além de implodirem as invencionices federais, retratam o espetacular descarrilamento da tese da herança maldita: basta colocar em trilhos paralelos o segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso e primeiro do sucessor. Entre o começo de 1999 e o fim de 2002, os investimentos em ferrovias somaram R$ 601 milhões. Entre janeiro de 2003 e dezembro de 2006, ficaram em R$ 519 milhões.

Só Lula consegue ser pior que Lula, atestou o mais recente balanço do PAC. De janeiro de 2007 a abril de 2010, o governo triplicou os gastos do primeiro mandato para anexar à rede apenas um trecho de 356 km da Ferrovia Norte-Sul, que começou a ser construída em 1987 e foi sucessivamente interditada pelas milícias do PT. Num discurso pronunciado em Aracaju no ano seguinte, o Lula oposicionista incluiu a obra entre as provas de que “José Sarney é o maior ladrão do Brasil”.

“O presidente da República”, berrou o palanqueiro, “ao invés de fazer açude, ao invés de fazer cacimba, ao invés de fazer poço artesiano ou fazer irrigação no Nordeste, vai gastar 2 bilhões e meio de dólares pra construir uma ferrovia, Norte-Sul, ligando a casa dele no Maranhão até a casa dele em Brasília”. Nada como um trilho depois do outro: em quatro anos, Lula torrou R$1,15 bilhão no que lhe pareceu, até o fim do século passado, “um monumento à gastança”.

Canastrões não se inibem por tão pouco, avisa a performance do protagonista da farsa. Se não há obras a inaugurar, sobram pedras fundamentais, licitações, leilões e editais. Se quase nada foi feito, muito se fará, garante a discurseira do presidente e da sucessora que inventou. Nos próximos quatro anos, anda declamando a dupla no comício mais longo de todos os tempos, o Brasil ferroviário será vitaminado com R$ 43,9 bilhões ─ 40 vezes mais que o dinheiro aplicado nos dois mandatos do supergovernante. Pelo menos R$ 33 bilhões serão engolidos pelos 500 km do trem-bala.

Em 2008, quando foi incluído no PAC, o trem-bala custaria R$ 20 bilhões, seria licitado em 2009 e começaria a circular em 2014, para mostrar aos turistas deslumbrados com o anfitrião da Copa do Mundo que com o Brasil ninguém pode. Há 10 dias, quando Lula e Dilma inauguraram a promessa de começar a costrução assim que puderem, o trem-bala brasileiro transformou-se no primeiro da história que, ainda na fase do edital, ficou 50% mais caro e acrescentou mais dois anos ao prazo originalmente fixado para o fim das obras.

O maquinista do trem fantasma segue apitando em todas as curvas do país sem ferrovias. Mas o histórico da Era Lula informa que o colosso não ficará pronto em 2016. Talvez não fique pronto nunca. Melhor para o Brasil, que não precisa de trem-bala. Só precisa de trens e ferrovias.

25 julho 2010

A herança maldita do Odorico de Garanhuns

por Jorge Serrão

FONTE: Alerta Total

Na democradura do Apedeuta, no Estado parceiro do Crime Organizado, a ignorância não tem limite. Nada menos que 52,9% dos brasileiros costumam “ler nada”. Simbolicamente, o chefão $talinácio se inclui entre os brasileiros ouvidos em 12 mil domicílios por uma pesquisa contratada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República, vulgo Bolcheviquepropagandaminister.

Pouco ou nada se pode esperar de um País repleto de ignorantes funcionais e analfabetos políticos. Eis o cenário perfeito para a consolidação de um regime Capimunista. Nele, o Capitalismo de Estado faz uma simbiose injusta e imperfeita com o subcidadão. O imbecil coletivo embarca fácil nas ideologias socializantes. Prostitui-se, facilmente, com qualquer mecanismo de transferência de renda ou de crédito bancário ilusório.

O imbecil coletivamente formado só contribui para o nosso atraso. Eis por que é fácil não se surpreender quando a ONU globalitária divulga que temos a terceira pior desigualdade do mundo. Eis o socialismo tupiniquim. Concentração de renda pior que no Brasil só é encontrada na Bolívia. O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) atribui o problema a vários fatores. Falta de acesso aos serviços básicos e infraestrutura, baixa renda, estrutura fiscal injusta e falta de mobilidade educacional entre as gerações.

Além de não se desenvolver por falta de vontade nacional, o Brasil se permite ser vítima da ganância da Oligarquia Financeira Transnacional. Vide nossas perdas internacionais. Outro relatório da ONU, este divulgado pela Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento – UNCTAD –, indica que, pela primeira vez na história do País, as remessas de lucros e dividendos das empresas transnacionais vão superar a entrada de novos Investimentos Diretos Estrangeiros - IDE. A UNCTAD estima que as remessas somem entre US$ 32 e 35 bilhões de dólares, enquanto o IDE deve chegar, no máximo, a 30 bilhões de dólares, em 2010.

O tal do IDE muitas vezes é ilusório. Não passa do “capital motel”, que vem e sai do Brasil, remunerado por juros altíssimos e por benesses fiscais. Apesar das facilidades para os especuladores (perdão, “investidores”), a UNCTAD verificou que, em 2009, o Brasil caiu quatro posições no ranking dos países que mais receberam investimentos diretos. Despencamos da décima para a décima quarta posição. O Brazil recebeu US$ 25,9 bilhões. Câmbio valorizado e carga tributária elevada complicam a situação de um País que tem tudo para de desenvolver. Só não tem governo.

Enquanto uma crise bate a nossa porta, qual a prioridade da turma do $talinácio? Estimular, ainda mais, o mercado financeiro. Seguindo o modelo soviético, pretende-se capitalizar o BNDES, para que tenha mais dinheiro pronto a socorrer os empresários amigos do rei, que gostam de empreender com dinheiro público, subsidiado a juros baixos – e não com o capital próprio. Assim é mole brincar de “empreendedor”. O beneficiado tira onde de mi ou bilionário. E socializa um mensalãozinho para a turma no poder.

Eis a herança maldita que o chefão $talinácio vai deixar. Mas a maioria imbecilizada coletivamente não liga para isto. Sintomáticas foram as palavras de Lula, discursando sexta-feira à noite para sua “galega Dilma”, em Garanhuns (terra natal presidencial). Ao reclamar das críticas de adversários durante a crise do mensalão, Lula repetiu que “a maioria” está com ele para o que der e vier:

"Meu corpo estaria mais arrebentado que o corpo de Jesus Cristo depois de tantas chibatadas. O que tentaram fazer comigo, fizeram com Getúlio e ele deu um tiro no peito. O que tentaram fazer comigo fizeram com Jango que teve que sair do Brasil. O que não sabiam, é que Lula era milhões de Lulas espalhados por esse País".

O que esperar de um País que tem milhões de Lulas espalhados? Nem o esperto polvo alemão Paul é capaz de prever coisa tão ruim. Lula é o verdadeiro “Bem Amado”. Só tem uma diferença para o imortal Odorico Paraguaçu, da lendária Sucupira. A grande obra deixada por Odorico foi um cemitério que seu próprio corpo inaugurou. Lula, o Odorico de Garanhuns, criado no ABC paulista pela turma socialista Fabiana do General Golbery, está enterrando o Brasil.

Infelizmente, quem sobreviver verá!

18 julho 2010

Heil Lula!!!


Nesta semana que passou o presidente da "república" "democrática" do Brasil enviou um Projeto de Lei para o Congresso. Mas não acredite que o sr. Lula resolveu trabalhar neste último ano de mandato. O texto é uma emenda ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e visa proibir (na forma de Lei) que os pais batam em seus filhos, ainda que seja uma palmadinha. Segundo o projeto, os infratores serão advertidos pelas autoridades e obrigados a se apresentar em instituições de proteção da família para receber orientações ou tratamento psicológico.

Sou pai e filho. Sou contra o espancamento (seja ele qual for), mas não culpo em nada os meus pais pelas palmadas que recebi quando era mais novo e não tenho nada contra os pais utilizarem a palmada em seus filhos. Lembro que não estou falando de espancamento, mas de correção. Até a Bíblia orienta tal disciplina mediante moderação.

Interessante é ver o sr. Lula se justificando para criar tal Projeto de Lei: “Os críticos vão dizer que estamos tentando impedir que os pais eduquem seus filhos. Ninguém quer proibir que uma mãe seja mãe nem que um pai seja pai. O que queremos é mostrar que é possível fazer as coisas de uma forma diferente". Ora, um processo de conscientização não se faz mediante atitudes ditatoriais e se ele entende que o diálogo é tão favorável para a sociedade porque correu de tantos durante sua vida, principalmente, na política?

O sr. Lula foi mais além e na sua eterna maquiagem de bom samaritano emendou dizendo que se sente um abençoado porque sua mãe nunca lhe levantou a mão e que, ele mesmo, nunca precisou agredir seus filhos. Bom, até aqui tudo bem; mas o pior foi ouví-lo concluindo que, se os castigos resolvessem os problemas de educação, “não haveria tanto corrupto e tanto bandido no país”.

É presidente... sua justificativa foi infundada. Porque só posso concluir duas coisas: ou sua mãe levantou a mão para o sr. e o sr. para o seu filho ou então é o diálogo que não vale a pena. Afinal de contas será que alguém aqui já se esqueceu do Mensalão? Quem é mesmo o Ali-Baba que até hoje a nossa Justiça-marionete se encarrega de não querer culpar? E mais, o Lulinha (filho do sr.) virou um empreendedor de extremo sucesso (enriquecendo substancialmente) depois que o sr. se tornou Presidente do Brasil... Coisas que envolviam os meios de telecomunicação do país. Lembra?

É presidente... O que vale é o caráter e isso é passado de pais para filhos mediante ações. Até porque é muito fácil eu falar o que o outro tem que ser e eu mesmo não ser isso, concorda?

Que tal então, o sr. criar um Projeto de Lei que se algum político se tornar corrupto então ele irá para a cadeira passar uns 20, 30 ou 40 anos por lá. Não estou com isto sugerindo que nenhum político seja político mas o que quero mostrar é que é possível fazer as coisas de uma forma diferente. Entende?

Riva Moutinho 18/07/2010

Pais, filhos e irmãos reforçam safra de suplentes em chapas para Senado

FONTE: Estadão

Nas eleições deste ano, os candidatos ao Senado estão preparando uma safra de suplentes que ameaça ampliar o cordão dos políticos de legitimidade questionável em atuação na Casa. São parentes de candidatos, empresários financiadores de campanha, líderes religiosos e até "suplentes profissionais" escalados para assumir em caso de licença, morte ou renúncia dos titulares que forem eleitos nas urnas.

O ex-governador do Amazonas Eduardo Braga (PMDB-AM) concorre a uma vaga no Senado com a mulher, Sandra, na suplência. O ex-governador do Tocantins Marcelo Miranda (PMDB) escolheu o pai, Brito Miranda. O senador Mão Santa (PSC-PI) fez uma troca: a atual suplente, sua mulher Adalgisa, abriu espaço para a filha Cassandra.

O senador Gilvam Borges (PMDB-AP) também mudou de parente: o irmão Geovani, que assumiu a vaga de senador por três vezes, foi substituído na chapa por outro irmão, Geová. Governador cassado e agora candidato a senador, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) inscreveu um tio, Ivandro.


Escândalos

A escolha de suplentes com base em critérios pouco justificáveis não é novidade e seus efeitos são bem conhecidos. A atual legislatura, marcada por sucessivos escândalos, chegou a ter, entre os 81 senadores em exercício, nada menos que 20 suplentes.

Chama a atenção, porém, o fato de a prática ter se intensificado, justamente depois de uma legislatura que produziu casos como o dos atos secretos revelado pelo Estado. A prática, perpetuada pelo desinteresse dos parlamentares em mudar as regras, é apontada como uma das razões da fragilidade do Legislativo.

Se Netinho de Paula (PC do B-SP) for eleito, por exemplo, a ex-ministra Matilde Ribeiro pode virar senadora, nem que seja por alguns meses. Segunda suplente do candidato, Matilde pediu demissão do cargo de ministra da Igualdade Racial em 2008 por envolvimento no escândalo dos cartões corporativos do governo federal.

A legislação eleitoral diz que cabe ao candidato indicar seus dois suplentes. São nomes que pouco aparecem durante a campanha, mas ganham prestígio e benesses quando viram titulares. Quem assume recebe, além do mandato, todos os benefícios de um senador, inclusive plano de saúde vitalício se ficar mais de seis meses no cargo.

Célebre pelos cabelos longos e pela atuação na tropa de choque do governo, o suplente Wellington Salgado foi um dos principais financiadores de campanha do titular do mandato, Hélio Costa (PMDB-MG). Salgado ocupou a vaga quando Costa se tornou ministro das Comunicações. Neste ano, outros empresários tentam repetir a trajetória.

O deputado Ciro Nogueira (PP-PI), que vai tentar o Senado, inscreveu como suplente João Claudino, dono de um patrimônio de R$ 623 milhões. De olho na reeleição, Romeu Tuma (PTB-SP) escolheu o empresário do ramo educacional Antonio Carbonari Netto, cujos bens somam R$ 46 milhões. O suplente da chapa de Romero Jucá (PMDB-RR), Sander Salomão, declarou um patrimônio de R$ 49,3 milhões.


Eterno

Há ainda a turma dos "suplentes profissionais": Neuto de Conto (PMDB-SC), ACM Júnior (DEM-BA) e Fernando Ribeiro (PMDB-PA). Os dois primeiros já assumiram as vagas dos titulares, enquanto Ribeiro é o eterno suplente de Jader Barbalho (PMDB-PA).

Em Mato Grosso do Sul, há o "suplente cruzado". Dagoberto Nogueira (PDT) escolheu a petista Gilda Santos, mulher de Zeca do PT, candidato a governador. No Paraná, o suplente de Ricardo Barros (PP) é José Richa Filho, irmão do candidato a governador pelo PSDB, Beto Richa.

Envolvido no escândalo do mensalão em 2005, que o levou à renúncia do mandato de deputado, Paulo Rocha (PT-PA) indicou Pastor Leodato Marques (PP) para uma das suplências. O senador João Ribeiro (PR-TO) optou pelo Pastor Amarildo (PSC) e seu colega de Senado Marcelo Crivella (PRB) inscreveu o Pastor Monteiro de Jesus (PRB), vereador de Barra do Piraí.

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More