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20 junho 2010

Quem não reage rasteja...

Por Jorge Serrão


Existe, no momento, evento mais importante que a Copa do Mundo da FIFA? Claro que sim! No Brasil, sobretudo no Norte-Nordeste, temos as festas juninas e julinas. No centro do poder brazileiro, lá pros lado do Detrito Federal, tivemu onti à noiti o Arraia do Torto. Nhô $talinácio e nhá Marisa torrarum R$ 215 mil. Dani-si si o dinheru saiu dus cofri púbrico...


Na festança particulá deles, os jornalista ganharu uns pão de Santo Ontonho e umas muda de pau pombo.. Fartou a Dirma vistidadinoivia, pra casá com o tal de Palhaço do Planarto. Mas o casamento num daria certu perque num dá pra aturá o tarl de Michel Temer de amanti... Di resto, Anarriê, que as água rolaram por lá. $talinácio devi te cabado torto... Como sempri... Só pra vareiar...

Na África do Sul, quem segue rolando e fazendo a festa, até 11 de julho, é a Jabulani. É uma bola sobrenatural. Maldita para os goleiros. Tem 11 cores. Representa os 11 jogadores de cada seleção, os 11 idiomas oficiais da África do Sul e as 11 tribos que formam a população da ex-colônia britânica que ficou famosa pelo racismo do regime do Apartheid. Todos só pensam nesta redonda da Adidas. Jabulani é uma palavra da língua Bantu isiZulu. Significa "Celebrar". Na tradução livre de $talinácio quer dizer: “tomar todas e sair torto feito um chute forte”...

Nossa Pátria, de chuteiras, aposta na vitória dos comandados por Carlos Caetano Bledorn Verri. A não ser que os deuses do ludopédio não queiram, já nos achamos, intimamente, donos do hexa. Mas, enquanto nossa seleção privada (sem trocadilho ou com) não triunfa, vamos tomando novas bolas nas costas. Sobretudo em termos de perdas da liberdade. Será que contra o esquema globalitário não há quem possa? Tem certeza? Jura?

Na dúvida cruel, enquanto estivermos de olho na Copa, mais precisamente no dia 1º de julho passa a valer a resolução 245/2007 do Conselho Nacional de Trânsito. A norma determina que 20% do total de automóveis e veículos comerciais leves produzidos no Brasil saiam de fábrica com o rastreador – um dispositivo antifurto, para localização e bloqueio. Em resumo, é o tal “chip” – idêntico ao que pretendem implantar na nova carteira de identidade e no passaporte.

Por trás das boníssimas intenções de “segurança” está mais um instrumento tecnológico de controle social. Pouco em breve, os cidadãos serão monitorados eletronicamente. O Big Brother pode não te ver. Mas, certamente, vai te localizar, acompanhar seus passos, seja andando de carro, a pé, ou viajando. Não é paranóia conspiratória. Estamos diante do maior desafio de preservar nosso direito constitucional à privacidade e liberdade de ir e vir.

Teremos de enfrentar tal batalha pela cidadania. O triste é que a maioria obra e anda para tal questão. Há muito tempo assistimos – muitos atônitos e catatônicos – a uma passividade destrutiva de todos os valores humanos essenciais. Sentimos o caos. Mas não identificamos os responsáveis por gerar as situações caóticas.

Tamanha imbecilidade coletiva se transformou em um problema a ser enfrentado, em curto prazo, por aqueles que têm a missão de informar e educar. Para nosso azar, os processos educacionais e informativos caminham na mão inversa. Contribuem, cada vez mais, para a formação do midiota coletivo.

A lavagem cerebral acontece com a ajuda de ideologias, falsos conceitos, falsas crenças, mentiras, anti-valores, regras ou legislações. Tudo isto imposto sutil e gradualmente. O objetivo é confundir o indivíduo. Moldar seu comportamento na massa. Assim é possível influenciar e controlar a dinâmica social. A “ordem” é gerar a meros autômatos. Ou seja, seres incapazes de reflexão crítica – acerca de si e do mundo em que vivem ou sobrevivem.

Quem não lembra, observa e pensa funciona sem equilíbrio. Confunde ação, emoção e razão, agindo feito uma besta-fera. Assim, o individuo transforma-se em presa fácil dos projetos e processos globalitários. Precisamente porque nem percebe que é “preso”. Não se considera confinado, coletivamente, a “ideias fora do lugar” em um sistema habilmente controlado por indivíduos e corporações operadas por uma Oligarquia Financeira Transnacional.

O totalitarismo já invadiu nossa morada. Se ninguém expulsá-lo, vai reinar absoluto. Precisamos de vontade política para escapar dessa armadilha globalitária, cada vez mais imbecilizante. A única saída é conjugar os verbos: Lembrar, observar e pensar. A começar por cada um de nós. Só assim podemos praticar soluções corretas, baseadas na verdade e com sabedoria, usando corretamente o conhecimento.

Agir é fundamental. Mas reagir também é urgente. Quem não reage rasteja... Ou toma muitas jabulanis nas costas... Até não agüentar mais...

Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor. Editor-chefe do blog e podcast Alerta Total: www.alertatotal.net. Especialista em Política, Economia, Administração Pública e Assuntos Estratégicos.


© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 20 de Junho de 2010.

02 junho 2010

E o PMDB?


Eleições chegando e eu fico aqui observando (até onde consigo) os bastidores.

PUTZ!!!

Não é de agora!

Como pode um dos partidos de maior história na história do Brasil ser uma grande meretriz?

Aqui em BH, em certos "hotéis" da Guaicurus, há mais hombridade que em muitas gravatas peemedebistas.

Aliás, quanto vale a bunda?

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