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Visão Mundial

Somos uma organização não governamental cristã, brasileira, de desenvolvimento, promoção de justiça e assistência, que, combatendo as causas da pobreza, trabalha com crianças, famílias e comunidades.

Wikileaks

Somos uma organização sem fins lucrativos dedicada a trazer informações importantes para o público.

Greenpeace

Somos uma organização global e independente que atua para defender o ambiente e promover a paz, inspirando as pessoas a mudarem atitudes e comportamentos.

Associação de Assistência à Criança Deficiente

Somos uma entidade privada, sem fins lucrativos, que trabalha há 60 anos pelo bem-estar de pessoas com deficiência física.

Médicos Sem Fronteiras

Médicos Sem Fronteiras é uma organização médico-humanitária internacional, independente e comprometida em levar ajuda às pessoas que mais precisam.

04 novembro 2009

CQC na Marcha para Jesus



O CQC serviu para mostrar como as pessoas seguem seus líderes religiosos sem utilizarem o córtex. Sim, porque se tal coisa fizessem perceberiam o quanto são enganados.

E o pior é que estas pessoas ainda que se vejam na televisão permanecem achando que há uma lógica para aquilo que dizem acreditar. Isso sim é loucura!!!

As pessoas seguem cegos e não percebem que se tornaram cegas.

O diabo não precisa fazer nada... Ele deve estar, de férias, surfando em Malibu.

02 novembro 2009

REVISTA ISTOÉ: Corrupção Nanica, Estrago Gigante


No início do mês, a Controladoria-Geral da União (CGU) atingiu um número simbólico: fiscalizou os repasses de recursos federais em 30% dos municípios brasileiros, algo próximo a 1,6 mil pequenas cidades, com menos de 500 mil habitantes. Individualmente, os relatórios enviados pelos fiscais da CGU mostram casos de corrupção barata espalhados por todo o País, mas, quando observados em conjunto, desenham um cenário sombrio.

De acordo com o levantamento do órgão fiscalizador do Poder Executivo, 95% das cidades visitadas pelos agentes da CGU apresentam problemas na administração dos recursos federais que lhes foram repassados nos últimos anos. Esses problemas, na maior parte dos casos, são na verdade indícios de malversação do dinheiro público, que muitas vezes se traduz em licitações fraudadas, comprovação de gastos com notas frias e falsas ou na apropriação pura e simples de recursos por parte dos agentes municipais. Apesar de pequenas, essas cidades receberam R$ 11 bilhões apenas de programas ligados aos ministérios nos últimos seis anos.

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