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01 outubro 2009

DENÚNCIA: Infanticídio Indígena



A partir de hoje o Ação Reação vai ser mais uma das poucas vozes que ecoam este absurdo que acontece no Brasil: enterro de crianças vivas nas tribos indígenas.

A mídia não mostra esta verdade indescritível pra sociedade, mas enquanto os políticos filhos da puta do Congresso trabalham apenas para si próprios a fim de massagearem seus egos bestiais, enquanto líderes religiosos transformam a imunidade dos seus templos em meios de enriquecerem, enquanto os idiotados donos da Record e Rede Globo fazem suas briguinhas ao vivo, enquanto panacas perdem tempo assistindo Big Brother e afins; crianças estão sendo enterradas vivas nas tribos indígenas brasileiras.

Agora que você tomou conhecimento, VOCÊ VAI FAZER O QUÊ?!!!

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O que é Infanticídio?

Popularmente usado para se referir ao assassinato de crianças indesejadas, o termo infanticídio nos remete a um problema tão antigo quanto a humanidade, registrado em todo o mundo através da história.

A violência contra as crianças é uma marca triste da sociedade brasileira, registrada em todas as camadas sociais e em todas as regiões do país. No caso das crianças indígenas, o agravante é que elas não podem contar com a mesma proteção com que contam as outras crianças, pois a cultura é colocada acima da vida e suas vozes são abafadas pelo manto da crença em culturas imutáveis e estáticas (ver box ao lado).

A cada ano, centenas de crianças indígenas são enterradas vivas, sufocadas com folhas, envenenadas ou abandonadas para morrer na floresta. Mães dedicadas são muitas vezes forçadas pela tradição cultural a desistir de suas crianças. Algumas preferem o suicídio a isso.

Muitas são as razões que levam essas crianças à morte. Portadores de deficiência física ou mental são mortas, bem como gêmeos, crianças nascidas de relações extra-conjugais, ou consideradas portadoras de má-sorte para a comunidade. Em algumas comunidades, a mãe pode matar um recém-nascido, caso ainda esteja amamentando outro, ou se o sexo do bebê não for o esperado. Para os mehinaco (Xingu) o nascimento de gêmeos ou crianças anômalas indica promiscuidade da mulher durante a gestação. Ela é punida e os filhos, enterrados vivos.

É importante ressaltar que não são apenas recém-nascidos as vítimas de infanticídio. Há registros de crianças de 3, 4, 11 e até 15 anos mortas pelas mais diversas causas.

Em certas comunidades, aumentam os casos entre mães mais jovens. Falta de informação, falta de acesso às políticas públicas de educação e de saúde, associadas à absoluta falta de esperança no futuro, perpetuam essa prática.

“As crianças indígenas fazem parte dos grupos mais vulneráveis e marginalizados do mundo, por isso é urgente agir a nível mundial para proteger sua sobrevivência e direitos (...)”

Relatório do Centro de Investigação da UNICEF, em Florença, Madrid, fevereiro de 2004

ACESSE A ONG HAKANI: clique aqui


Assista o vídeo desta barbárie:

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