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30 dezembro 2007

COLDPLAY: The Scientist



Come up to meet you,
tell you I'm sorry,
you don't know how lovely you are.

I have to find you,
tell you I need you,
tell you I set you apart.

Tell me your secrets,
and ask me your questions,
oh, lets get back to the start.

Runnin' in circles,
comin' in tails,
heads on the science apart.

Nobody said it was easy,
it's such a shame for us to part.
Nobody said it was easy,
no one ever said it would be this hard.
Oh, take me back to the start.

I was just guessing,
the numbers and figures,
putting the puzzles apart.

Questions of science,
science in progress,
the nerves speak as loud as my heart.

Tell me you love me,
come back and hold me,
Oh, when I rush to the stars.

Runnin' in circles,
Cheeks and tails,
Comin' back as we are.

Nobody said it was easy,
oh, it's such a shame for us to part.
Nobody said it was easy,
no one ever said it would be so hard.
I'm goin' back to the start.

Para ver a tradução da letra, clique aqui

General admite que Brasil fez parte da Operação Condor

FONTE: Estadão

SÃO PAULO - O Exército brasileiro prendeu militantes montoneros e de outras organizações da extrema-esquerda latino-americana e os entregou aos militares argentinos. "A gente não matava. Prendia e entregava. Não há crime nisso." A afirmação é do general-de-divisão da reserva Agnaldo Del Nero Augusto, um dos primeiros militares brasileiros a romper o silêncio mantido pelo Exército sobre o tema.

Oficial de Cavalaria e ex-integrante nos anos 70 da Seção de Informações do Estado-Maior do 2º Exército, em São Paulo, Del Nero serviu como adido no Paraguai em 1979 e 1980. Nos anos 80, tornou-se o chefe da Seção de Operações do Centro de Informações do Exército (CIE). O general contou ao Estado que, quando o Brasil recebia de um país amigo informações sobre um estrangeiro suspeito que ia entrar no País, o que se fazia era a sua detenção e o seu encaminhamento àquele país.

"Foi o que aconteceu com esses dois italianos", diz. Del Neto se refere ao caso dos ítalo-argentinos Horácio Domingos Campiglia e Lorenzo Ismael Viñas. Campiglia foi preso em companhia de Mônica Suzana Pinus de Binstock no Rio, em março de 1980, no Aeroporto do Galeão. Havia desembarcado de um vôo que vinha da Venezuela. Viñas foi detido em Uruguaiana (RS), em junho de 1980. Eles eram militantes do Montoneros, grupo da esquerda peronista que defendia a luta armada na Argentina.

Documentos mostram que os militares argentinos informaram os brasileiros sobre a chegada dos militantes ao Brasil e receberam autorização para executar a operação no País. "Quando se recebia essa informação, podia ser que o cara estivesse só de passagem ou ele vinha também aqui se incorporar a alguma ação, e a gente não sabia. Então, a prisão dele tinha de ser feita, pois não se sabia o que esse cara pretendia. E como a gente não matava, entregava", contou o general Del Nero.

Ele questionou o objetivo dos ítalo-argentinos, "membros da organização subversivo-comunista Montoneros, ao ingressarem ilegalmente no País". "Que crime há em tê-los prendido?" Campiglia e Vinãs planejavam regressar à Argentina e retomar a ação armada. Presos no Brasil, foram enviados à Argentina e desapareceram, o que levou a Justiça italiana a decretar na semana passada a prisão de 13 brasileiros acusados de envolvimento no caso.

JCR

Segundo o general Del Nero, a ação integrada dos Exércitos do Cone Sul, mais conhecida como Operação Condor, contra os grupos de esquerda era necessária, pois essas organizações se haviam unido menos de um ano depois do golpe que derrubou o presidente Salvador Allende, no Chile, com a fundação, em Paris, da Junta de Coordenação Revolucionária (JCR).

Participavam da junta o chileno Movimento de Esquerda Revolucionária (MIR, na sigla em espanhol), o argentino Exército Revolucionário do Povo (ERP), o uruguaio Movimento de Libertação Nacional (Tupamaros) e o boliviano Exército de Libertação Nacional (ELN). Segundo o general, o secretário da JCR era o cubano Fernando Luis Alvarez. Assim, a criação da junta levou os Exércitos da América do Sul a reagir. "Mas a participação brasileira na Operação Condor se limitou a colaborar com informações, a treinar agentes estrangeiros e a monitorar subversivos."

Exemplo disso foi o pedido de busca 571/74, enviado pelo CIE a órgãos de segurança de todo o País. Nele, a inteligência do Exército pedia que procurassem informações sobre o soldado argentino Mario Antônio Eugênio Pettigiani. Militante do ERP, ele era acusado de participar do ataque em 1974 à Fábrica Militar de Pólvora, em Córdoba. Pettigiani desapareceu após seqüestrado em Buenos Aires, em 1978.

Em 1976, o CIE difundiu outro pedido de busca, o 036/76, no qual relatava suposta operação da JCR em Tucumán, na Argentina. Os militares estavam atrás de informações sobre "o montonero Ricardo Garrochateguy" e sobre o político argentino Tito Lívio Vidal.

Segundo o CIE, Vidal abastecia os montoneros de Santa Fé com armas. Para tanto, veio ao Brasil e recebeu armas de pessoas ligadas ao Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR). O Exército dizia ainda que o ataque ao quartel do Regimento de Infantaria do Monte 29, na província de Santa Fé, havia sido planejado no Brasil. Na ação, em 5 de outubro de 1975, morreram 12 militares argentinos e 16 guerrilheiros. "Os detalhes finais da operação foram discutidos no Brasil, onde, em Foz do Iguaçu, chegara dias antes o líder máximo dos montoneros, Mário Firmenich", registra o documento.

Conferências

Outros papéis relatam prisões no País. Na pasta OS270 da Divisão de Ordem Social do Departamento de Ordem Social e Política (Dops-SP) há o registro da prisão em São Paulo, em 1977, de Hector Boccaro, suspeito de ser montonero. "Havia ligações entre os Exércitos, que eram as conferências bilaterais de inteligência, que continuaram até recentemente", disse o general. Para ele, em "uma guerra irregular", como a que ocorreu na América Latina, regimes democráticos ficavam diante de um dilema: impor restrições ao Estado de Direito ou correr sério risco de serem derrotados.

"Os terroristas não obedecem a lei nenhuma, mas querem usufruir das garantias que a democracia oferece. O grande erro (do governo) foi, quando foi feito o AI-5, não ter declarado (estado de) guerra. Olha: ‘Nós estamos em guerra’."

28 dezembro 2007

NENHUM DE NÓS: Você vai lembrar de mim




Composição: Thedy Corrêa

Quando eu te vejo
Espero teu beijo
Não sinto vergonha
Apenas desejo

Minha boca encosta
Em tua boca que treme
Meus olhos eu fecho
Mas os teus estão abertos

Tudo bem se não deu certo
Eu achei que nós chegamos tão perto
Mas agora com certeza eu enxergo
Que no fim eu amei por nós dois

Esse foi um beijo de despedida
Que se dá uma vez só na vida
Que explica tudo sem brigas
E clareia o mais escuro dos dias

Tudo bem se não deu certo
Eu achei que nós chegamos tão perto
Mas agora - com certeza eu enxergo
Que no fim eu amei por nós dois
Mas você lembra! Você vai lembrar de mim
Que o nosso amor valeu a pena
Lembra é o nosso final feliz
você vai lembrar...vai lembrar...sim...
você vai lembrar de mim

25 dezembro 2007

Trinta anos sem Charles Chaplin. Gênio morreu no Natal de 1977

FONTE: Globo

MADRI - "A vida é uma tragédia se a vê de perto, mas uma comédia se olha de longe", dizia Charles Chaplin. Trinta anos depois de sua morte, ainda não há distância suficiente para explicar a dramática trajetória de vida de um dos maiores gênios do humor.

"Este é um momento muito emocionante para mim e as palavras parecem fúteis, imprecisas... Só posso dizer obrigado pela honra de ter sido convidado a vir aqui. Você são maravilhosos, gente doce", expressou entre lágrimas Charles Chaplin quando Hollywood lhe rendeu homenagens em 1972, com um Oscar. Chaplin (Londres, 1889) jamais devolveria ao mundo uma das muitas negativas que recebeu: Hollywood o havia vetado politicamente durante a Caça às Bruxas. Era seu regresso depois de 20 anos de exílio na Europa, e só agradeceu o reconhecimento e o afeto, embora tenha voltado a desprezar a palavra, cuja chegada ao cinema nunca encarou com esportividade.

"As palavras são escassas. O maior que se pode dizer com uma palavra é 'elefante'", ironizava, sem recorrer a elas até 1935, em 'Tempos modernos', embora no filme todos falem menos ele.

O pequeno Charles Spencer Chaplin decidiu ser comediante quando, durante uma doença que o manteve de cama durante semanas, sua mãe representava para ele as cenas que vias nas ruas para o entreter. Procedente de uma família paupérrima, Chaplin teve uma infância digna dos mais desesperançados relatos de Dickens e retratada por ele mesmo de maneira indireta no magistral filme "O garoto" (1921).

Portanto, o que fez Chaplin mestre da comédia foi, provavelmente, seu profundo conhecimento do drama, sua emoção vivida em primeira mão que desembocou em uma filmografia ilustrada por crianças, por uma cega em 'Luzes da cidade' (1931) e sempre pelo desamparo de seu imortal vagabundo Carlitos.

Em 1912 foi para os Estados Unidos, em 1918 fundou seu próprio estúdio e sua crescente popularidade - foi o primeiro ator a estar na capa da revista 'Time', em 1925 - o fez o maior ícone do cine mudo. Mas seu gênio atormentado e sua complexa personalidade rapidamente encontraram detratores: os britânicos, por o considerarem traidor, e a crítica, sobretudo anos mais tarde, por eclipsar outros fenômenos cômicos da época, como Harold Lloyd ou Buster Keaton.

" Como todos os megalômanos, desprezava tudo o que não havia criado "

Bertrand Tavernier e Jean Pierre Coursudon escreveram em sua enciclopédia crítica '50 anos de cinema norte-americano' que "o lacrimoso humanismo, o tom sofredor e às vezes masoquista (de Chaplin) se aliaram a um simplismo irritante", ao qual adicionam sua fama de intratável. "Como todos os megalômanos, desprezava tudo o que não havia criado (fotografia, cenografia). No lugar de servir-se destes elementos, os considerava como outros tantos obstáculos que se alçavam entre ele e sua criação", escrevem no livro.

Por isso, talvez pareçam menos brilhantes e sem o encanto da cartola, do bigode e dos sapatos largos títulos como 'A quimera do ouro' (1925) e suas obras mais amargas, nas quais captou o cômico crepuscular e a incompreensão pessoal e ideológica à que a opinião pública americana o submeteu. 'Um rei em Nova York' (1957) e 'A condessa de Hong Kong' (1967) foram parte indigna de sua trajetória.

Por outro lado, 'Monsieur Verdoux' (1947) - O último Carlitos - e 'Luzes da ribalta' (1952) deram uma volta por cima, ao menos temporária, em sua filmografia, enquanto eram revelados detalhes polêmicos e trágicos do gênio que, ao promover a última delas no Reino Unido, não pôde votar ao Estados Unidos.

Suas inclinações políticas bateram de frente com o Comitê de Atividades Antiamericanas - que via em 'Tempos modernos' e 'O grande ditador' (1940) conteúdos comunistas -, e sues matrimônios, sempre com mulheres notavelmente mais jovens do que ele - com sua quarta e última mulher, Oona O'Neill, se casou com 54 anos quando ela tinha 18 - o fizeram 'persona não grata' para a moral da época.

Outro clássico, 'O garoto' era alusivo à infância difícil que comediante teve

De fato, a biografia 'Tramp: The Life of Charlie Chaplin', de Joyce Milton, assegurava que Vladimir Nabokov se inspirou nele para criar sua obra prima 'Lolita'. Seja como for, uma vez na Inglaterra, rodou 'Um rei em Nova York' em 1957 e 'A condessa de Hong Kong' em 1967, fracassos de crítica e público.

Mas Hollywood corrigiu seus erros nos anos 70 e, além de conceder-lhe um Oscar honorário, em 1973 lhe concedeu um novo prêmio pela música que compôs para 'Luzes da ribalta', que nunca havia sido exibida em Los Angeles até então.

Com 88 anos, Chaplin morreu na madrugada de 25 de dezembro de 1977, enquanto dormia, na localidade suíça de Vevey, mas seu corpo ainda sofreu um último revés tragicômico: em 3 de março de 1978 foi roubado do cemitério local e permaneceu desaparecido até 18 de maio. Billy Wilder, que sempre reconheceu a influência de Chaplin em seu humor, escreveria: "Ao criar Chaplin, Deus estava em muito boa forma. Necessitará de outros dois séculos para fazer outro gênio deste calibre".

22 dezembro 2007

ENTÃO É NATAL por Riva Moutinho

Música e vídeo: Merry Christmas de John Lennon







Natal celebra o nascimento de Jesus... Bom, ao menos, deveria celebrar.

No entanto o capitalismo que rege o mundo transforma qualquer coisa em consumismo. Dá e receber presentes é ótimo, mas que não percamos as coisas simples da vida. Que não percamos a importância de se dar um abraço ou um beijo. Que não percamos a importância de nos importarmos com o outro em sinceridade.

Líderes bestiais assassinaram inocentes ao longo da história. O saldo de qualquer guerra sempre foi e sempre será negativo. Líderes estúpidos conseguiram, ao longo dos tempos, aniquilar o respeito à vida humana. Que o diga Hitler, Stalin, Saddam Hussein, Bin Laden...

A guerra civil aniquila a África. Babacas utilizam a fragilidade do povo pela religião no Oriente Médio e explodem idéias de paz. Idiotas revolucionários mantêm em cárceres reféns na Colômbia. Egocêntricos tolos desejam o poder autoritário na Bolívia, em Cuba, na Venezuela. Líderes ufanistas americanos se dão o direito de fazerem o que bem entenderem com a vida de pessoas de outros países. Torturas na Rússia, no Brasil, perseguições e morte na China. Crianças e mais crianças famintas, morrendo, na África e em todo o mundo.

Então é Natal... capitalista. Mesa farta e cheia enquanto os ensinamentos do aniversariante são esquecidos... rigorosamente.

O amor ao próximo, o respeito pela vida, o pensar pelo cuidado... Nada disso parece importar mais, nada disso parece fazer parte da educação dos pais aos seus filhos, nada disso parece ter significado.

Então é Natal... hipócrita. Em todos os demais dias do ano, muitos permanecerão buscando levar vantagens em tudo, descobrindo um jeito mais fácil de se dar bem na vida, passando o próximo para trás.

Não sou contra o natal, apenas acho que precisamos repensar sobre certos valores/significados na nossa vida que o mundo os retira, com aval nosso, com extrema facilidade.

Comemore o Natal, mas não seja “bonzinho” apenas um dia no ano... Existem muitas pessoas precisando de você nos outros dias.

BH 21/12/2007

Arrecadação aumenta mais de R$ 54 bi e cobre perda com a CPMF

FONTE: Estadão

A arrecadação de impostos e contribuições federais atingiu R$ 537,16 bilhões de janeiro a novembro deste ano - aumento real de 11,03% em relação ao mesmo período de 2006. Ou seja, R$ 54,16 bilhões entraram a mais nos cofres do governo este ano. Mesmo se não houvesse o recolhimento da CPMF, o crescimento das receitas ainda seria de R$ 20,85 bilhões, pouco mais da metade do que o governo perderá em 2008 com o fim do tributo. O recolhimento da CPMF representou 6,11% do bolo tributário acumulado no ano.

Segundo o coordenador-geral de Previsão e Análise da Receita Federal, Eloi de Carvalho, a expansão da economia tem sido o fator preponderante para elevar a arrecadação, combinada com a fiscalização. Ele avaliou ainda que o retorno dos R$ 40 bilhões ao mercado, com o fim da CPMF, trará aumento de arrecadação em 2008 em tributos como o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ).

"O retorno desses recursos para a economia produz algum aumento de receita", disse, sem estimar de quanto seria a elevação. "Certamente vamos incorporar essa expectativa na reestimativa de arrecadação para 2008."

Os processos de abertura de capital realizados neste ano no Brasil também levaram para os cofres públicos uma arrecadação extra, segundo Eloi, superior a R$ 4,5 bilhões. Somente em novembro, a abertura de capital da Bovespa impulsionou as receitas em quase R$ 2 bilhões. No total, a arrecadação tributária no mês passado bateu o recorde para meses de novembro: R$ 52,41 bilhões, uma expansão real de 19,82% em relação a novembro de 2006.

Somente os ganhos de capital nas negociações de ações e os lucros das instituições financeiras proprietárias das ações e suas corretoras levaram ao pagamento extra de IRPJ e da Contribuição Social do Lucro Líquido (CSLL) de R$ 1,34 bilhão em novembro e de R$ 3,6 bilhões no acumulado do ano. Eloi disse que os destaques foram os meses de maio, agosto e novembro. O resultado de dezembro também deve ser influenciado positivamente por causa da abertura de capital da Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F).

No ano, os tributos que tiveram os maiores aumentos na arrecadação em relação a 2006 foram o Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), o IRPJ e a CSLL. A Receita tem obtido crescimentos sistemáticos de IRPF ao longo do ano por causa da tributação de ganhos de capital na venda de imóveis, depois que o cruzamento dos dados repassados pelos cartórios com as informações prestadas pelo contribuinte foi intensificado.

Além dos reflexos dos ganhos líquidos em operações de bolsa, este ano também cresceu a arrecadação relativa à declaração de ajuste anual, por causa da exigência da Receita do número do CPF dos dependentes, que levou à redução da inclusão de dependentes declarados. A arrecadação de IRPF cresceu 50,89% em relação ao período de janeiro a novembro de 2006.

Já o aumento do IRPJ (17,88%) e da CSLL (16,20%) decorreu, principalmente, da lucratividade de setores econômicos importantes. Segundo a Receita Federal, o setor financeiro vem puxando o crescimento da arrecadação e responde por 20,86% do aumento da receita total no ano. Em segundo lugar, está o setor automotivo - que tem batido recordes de vendas - com 9,98% de participação no aumento do bolo tributário. A metalurgia contribuiu com 8,64% do total.

Os dados da Receita também mostram que a queda dos juros está provocando uma migração das aplicações em renda fixa para renda variável. A arrecadação do Imposto de Renda sobre rendimentos de capital em fundos de renda fixa teve, de janeiro a novembro, queda nominal de 6,19% na comparação com o mesmo período de 2006. Essas receitas somaram R$ 5,36 bilhões este ano. Já a arrecadação de IR vinculada ao mercado acionário (ações e fundos de ações) subiu 40,15%, passando de R$ 1,34 bilhão em 2006 para R$ 1,87 bilhão neste ano.

21 dezembro 2007

Capital Inicial - AQUI




Composição: Dinho Ouro Preto / Alvin L.

Às vezes acho
Que eu fiquei louco
Me dando conselhos
Até ficar rouco
Às vezes acho
Que perdi a memória
Contando de novo
A mesma história...

Aqui onde as horas não passam
Aqui onde o Sol não me vê
Aqui onde eu não moro
Não existo sem você...

Me olho no espelho
E me vejo do avesso
O mesmo rosto
Que eu não reconheço
O rádio ligado
Chuva e calor
As gotas me ferem
Mas não sinto dor...

Aqui onde as horas não passam
Aqui onde o Sol não me vê
Aqui onde eu não moro
Não existo sem você...(3x)

20 dezembro 2007

Masp não tinha seguro para os quadros de Picasso e Portinari

FONTE: Estadão

SÃO PAULO - O principal museu de arte da América Latina, o Museu de Arte de São Paulo (Masp) não tem seguro específico para suas obras de arte, mas apenas um seguro geral para o prédio. A informação foi confirmada por Paulo Alves, assessor de imprensa do museu. Na madrugada desta quinta-feira, 20, três ladrões roubaram as telas O lavrador de café, de Candido Portinari, e Retrato de Suzanne Bloch, de Pablo Picasso. As obras são avaliadas em US$ 5 milhões e US$ 50 milhões, respectivamente. Além disso, o sistema de alarme do museu estava desativado no momento do roubo, segundo Alves.

link Ladrões roubam quadros de Portinari e Picasso do Masp

linkMasp aciona Interpol, Itamaraty e PF para recuperar quadros

link Brasil é o quarto do mundo em roubo de obras culturais

forum Blog do Daniel Piza: um roubo, uma crise e a tristeza

O sistema de alarmes teria sido desativado porque "vivia disparando" quando os seguranças faziam a ronda. Agora, só existe a ronda, feita por cerca de 30 seguranças em sistema de rodízio. Em 29 de outubro, houve uma tentativa de invasão do museu cuja presença, segundo nota da instituição à época, foi detectada pelos alarmes.

Em nome do curador do museu, Teixeira Coelho, Alves afirmou que o seguro não seria habitual em nenhum museu de grande porte do mundo, porque seria impraticável seu pagamento. "Um acervo de US$ 1 bilhão teria uma porcentagem do seu valor, o que daria aí US$ 10 milhões por ano. É mais do que o faturamento do museu, ficaria inviável", disse Alves.


Masp ficará fechado

Segundo nota divulgada nesta quinta, o museu afirmou que vai buscar a colaboração da Polícia Civil, da Interpol, da Polícia Federal e do Itamaraty para recuperar as obras roubadas. De acordo com a nota, o Museu permanecerá fechado até a finalização da perícia policial. A investigação corre em sigilo e a direção do Museu não fornecerá mais informações para não prejudicar o andamento dos trabalhos.

As câmeras de segurança do museu gravaram a ação dos ladrões e as fitas foram entregues à polícia. Essas imagens do circuito interno de TV mostram que a ação foi praticada por três homens jovens e durou apenas três minutos, das 5h09 às 5h12 desta madrugada. Um funcionário do museu que chegou para trabalhar encontrou as portas arrombadas e o boletim de ocorrência foi realizado por volta das 10 horas.

O arrombamento foi feito com um macaco hidráulico pé-de-cabra, que foram abandonados no local.


Investimentos

O roubo ao Masp aconteceu na semana em que o Ministério da Cultura anunciou a liberação de R$ 20 milhões para os museus brasileiros, a serem investidos até o ano de 2011. Por ocasião do Dia do Museólogo, o diretor do Departamento de Museus do MinC, José do Nascimento Junior, foi ao Rio de Janeiro na terça-feira, 18, e lançou três editais, que irão beneficiar as cerca de 2.500 instituições espalhadas pelo País.

Dos R$ 20 milhões, 10% serão destinados à modernização dos museus, o que inclui a compra de equipamentos de segurança e de iluminação. Estão previstos ainda recursos para a criação de museus em cidades com menos de 50 mil habitantes e o patrocínio para realização de uma série de seminários sobre museus, patrimônio e memória em todo o Brasil.

Outra intenção do MinC é promover campanhas que visam ao aumento da visitação dos museus, que deve focar primeiro nos estudantes, e à convocação da sociedade a colaborar com as associações de amigos das instituições, a fim de incrementar sua receita.

Brasil, um País de Tolos: Pesquisa revela que 53% dos jovens de 15 a 24 anos não estudam nem trabalham

Por Jorge Serrão

FONTE: Alerta Total

Cada vez mais o Brasil se consolida como um “País de Tolos”. Não é outra a definição de um País no qual 20% da população (na faixa de 15 a 24 anos) não estudam e nem trabalham. Para ser mais exato, 53,1% dos 35 milhões de jovens nessa faixa etária não freqüentam salas de aula. O resultado catastrófico, medido pela Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana, foi divulgado no mesmo dia em que o desgoverno comemorou o crescimento do número de matrículas em cursos superiores.

As faculdades comemoram a enxurrada de dinheiro do Prouni para aumentar seus lucros e financiar estudantes com capacidade intelectual duvidosa para cursar o ensino superior. Azar dos professores que são obrigados a ganhar mal para aturar uma maioria que só deseja “comprar o diploma universitário” com o dinheiro público. O Índice de Desenvolvimento Juvenil foi calculado cruzando dados do IBGE (raça, renda, gênero e localização geográfica) com outros números dos ministérios da Saúde e da Educação.

Enquanto isso, a turma do poderoso Lula foi mal sucedida no golpe político do laptop subsidiado. O governo federal não conseguiu fechar ontem a compra do famoso "laptop de US$ 100". Gastou-se um dia e meio em negociações. Mas os lances do pregão para aquisição do computador portátil ficaram "muito acima da expectativa". O preço mínimo, ofertado pelo grupo Positivo, foi de R$ 654. O valor ficou em US$ 360. Foi muito mais do que prometera o chefão Lula da Silva, em novembro de 2006.

19 dezembro 2007

A VERDADE EM FICÇÃO: Crônica da Matrix

Crônica da Matrix

‐ O Reino Heu´s –


*****

“No centro do egocentrismo humano, Dhevilh encontrou a fórmula ideal

para criar seu novo fruto, que, sem esforço algum, seria amplamente

devorado. Assim surgiu Heu´s, uma realidade virtual que comanda

comportamentos, opiniões, idéias e vontades de seus seguidores.”

*****

“Custe o que custar, Linesh não deixará que Sollo continue falando sobre

Heu´s impunemente. Custe o que custar, Linesh não perderá sua posição de

Totem perante seus crédulos.”

*****

“Em dado momento, o nababo Linesh, reproduz uma provável conversa

com o nababo Suithcaseh, pela manhã, para o capanga Pelegoh, em alta voz:

“Quem é esse cafajeste que escreveu isso. É membro do seu Templo, Linesh?””

*****

“No outro dia que se inicia as paredes não confessarão as sandices e

tampouco os crédulos saberão a verdade. E se souberem... crerão?!”

*****

a verdade em ficção


Já está disponibilizado o download do primeiro E-Book de Riva Moutinho.

Acesse na página principal, canto superior direito.


"O desafio de transformar a realidade em ficção foi fascinante."

(Riva Moutinho)

divulguem

18 dezembro 2007

A igreja subversiva e clandestina continua crescendo

Por Carlos Bregantim


Todos os dias, recebo notícias e testemunhos de cristãos que estão se reunindo, se encontrando fora dos chamados guetos evangélicos, católicos ou fora do sistema religioso institucionalizado. Há uma igreja clandestina crescendo. Nas estatísticas oficiais, eles são designados de “os sem igreja” Cristãos se encontrando informalmente para estudar e reler o evangelho de Jesus. Cristãos se reunindo para orar. Cristãos se encontrando para desenvolverem projetos sociais. Cristãos que se cansaram de defender as cores de suas denominações ou grupos religiosos, muitos, às vezes, sectários, radicais, inflexíveis. Cristãos feridos pelo sistema religioso que estão encontrando cura no serviço cristão. Cristãos se voluntariando em hospitais, asilos, creches, cadeias, favelas e em ONGS sérias que visam o bem da humanidade em todos os seus aspectos e necessidades.

Cristãos encontrando comunhão saudável em lugares os mais diversos. Cristãos se envolvendo em causas justas, não importando quem as iniciou, isto é, de quem foi a idéia. Cristãos cobeligerando em nome da paz, da justiça, do bem comum. Cristãos sendo apenas cristãos e não religiosos. Sabe-se que em países ainda repressivos, esta igreja clandestina e subversiva cresce. Cresce nos porões e misturada no meio do povo e em ações comunitárias absolutamente relevantes.

É impossível enumerar os cristãos que dizem estar melhor fora dos seus guetos religiosos. Confesso que noutros tempos isso me angustiava, mas, hoje; hoje não. Por conta do que se tornou o chamado “mercado religioso”, hoje, confesso, prefiro ver o engajamento de muitos cristãos em movimentos comuns de rua, de cortiços, das favelas, de sem terra e sem tetos. Movimentos em favor da ética. Movimentos em favor da ecologia pensando no aquecimento global e no bem estar do mundo.

Gosto de saber que há meninos e meninas se encontrando em lugares públicos para ler o Evangelho, orar e desenvolver amizades espirituais. Gosto desta clandestinidade. Gosto desta subversividade. Gosto do sal diluído no meio da multidão. Gosto da luz em lugares que antes eram só trevas. Hoje, quando ouço os reclamos do interminável contingente de pessoas, queixando-se dos males que estão sofrendo em seus sistemas religiosos, em seus guetos evangélicos, em seus modelos de espiritualidades, confesso, não consigo mais encorajá-los a ficarem ali. Encorajo-os a encontrarem outros irmãos e se reunirem em algum lugar e ali celebrarem a fé, a amizade, o amor, a solidariedade, ler o Evangelho e buscar interpretá-lo e traduzi-lo pra vida.

Não consigo e nem quero mais participar de rodas em que o tema é os que estão explorando a boa fé de muitos. Cansei disto. Não tenho ânimo para insistir em denunciá-los, até porque a imprensa já o faz diariamennte tal o tamanho deste quadro que chega ser trágico. O ministério público tem feito. Na verdade, a maioria das situações denunciadas são casos de polícia e muitos estão sendo investigados, processados e presos. Acho que este é o caminho melhor, isto é, denunciá-los à justiça e deixar que esta os enquadre conforme as conclusões judiciais.

Penso que aos cristãos cabe apenas serem cristãos. Quem disse que era pra ser assim? Qual a instituição religiosa que Jesus organizou? Segundo o que entendo no Evangelho, não há mais lugar santo, nem dia santo, nem púlpito santo, nem encontros santos. Não há mais o clero que intermediava entre o homem e Deus. O véu do templo se rasgou e não apenas nós podemos chegar lá mas a Glória do Eterno vazou para nós.

Creio nesta igreja clandestina, subversiva, invisível, diluída no meio das pessoas. Creio nestes encontros simples. Creio nestas reuniões extra-oficiais. Hoje, não a razões para ficar aprisionado a um sistema religioso que sobrecarrega seus adeptos com cargas insuportáveis de dogmas, maldições, chantagens, coação, pressões psicológicas, espalhando somente o medo e o terror.

Minha palavra aos que reclamam disto é, porque você continua lá? O que te pende? Certamente não é Deus. Portanto, se não é Deus, quem é? Ou é o poder de persuasão de homens e mulheres que exercem tal domínio sobre muitos ou até mesmo de outra origem que nem quero aqui citar? Quero fazer parte desta igreja que cresce na clandestinidade, na subversidade, no anonimato, no meio do povo. Quero fazer parte desta igreja que se espalha, se dilui, e, como água, penetra os lugares impenetráveis. Quero essa igreja, que não tem sede e nem utensílios caros e muito menos um clero ditando o que deve ou não ser feito.

A resposta aos exploradores de almas e de bolsos será dada quando os cristãos deixarem de alimentá-los, sustentá-los, enriquecê-los, paparicá-los, louvá-los, exaltá-los, ovacioná-los. Parem de contribuir para seus projetos megalomaníacos de construir suas torres. Contribua com aqueles que, se você, seus filhos, seus pais e amigos estiverem num hospital, eles irão visitá-los. Contribua com os que visitam os presos em cadeias. Contribua com os que estão militando entre os necessitados e você sabe seus nomes, conhece suas famílias, sabe onde moram. Pare de contribuir com os que estão construindo mansões. Pare de contribuir com os que vivem voando pelos ares em seus jatos particulares. Parem de contribuir com aqueles que têm motoristas particulares e carros impostados pagos a preço de ouro e com as ofertas de gente simples. Pare de contribuir com aqueles que só usam roupas de marca.

Contribua com os que estão aconselhando seus filhos pessoalmente. Conhece-os pelos nomes. Contribua com aqueles que você pode ligar de madrugada e eles os atendem. Contribua com aqueles que você sabe o número do celular e quando você liga, eles atendem. Contribua com aqueles que lhes respondem os e-mails. Contribua com aqueles que te atendem em horas de desespero. Contribua com aqueles que foram nos funerais de seus familiares e choraram com você e sua família. Contribua com homens e mulheres que você já chegou perto e viu, testemunhou que são seres humanos normais.

Não contribua com semi-deuses. Contribua com aqueles que você pode tratar pelo primeiro nome. Tenho pra mim que esta é a melhor forma de denunciar e destronar estes que vivem da miséria de tantos. Se você faz parte de um pequeno grupo, uma pequena comunidade onde você é tratado com dignidade, pelo nome e o que ali é ensinado e feito, todos sabem e nada está debaixo dos tapetes, fique aí e contribua com seus recursos. Não contribua pra manter programas de rádio e televisão de ninguém a não ser que você tenha absoluta certeza que seus recursos de fato estão sendo investidos de maneira correta.

Contribua com aqueles a quem você tem acesso. Contribua com os que te ouvem. Contribua com os que te atendem. Contribua com gente que tem ouvidos e sensibilidade para com você e os seus próximos. É por isto que creio nesta igreja clandestina, subversiva, pois, ela pode não ser conhecida na mídia, mas, é conhecida nas ruas, nas favelas, nos guetos, nos hospitais, nos asilos, nas creches, nas escolas, nas cadeias, nas unidades da Febem, e em tantos outros lugares. Oro pra que esta igreja cresça. Oro pra que milhares de pequenos grupos sejam constituídos. Oro para que os movimentos como Caminho da Graça e outros nunca se institucionalizem a ponto de se tornarem tão pesados que não consigam mais atender as pessoas.

Oro, oro mesmo, pra que Jesus seja visto e conhecido em lugares simples, em encontros simples, no meio de gente simples e ali, Ele cure, restaure, reconcilie, reconstrua, salve, ressuscite, enfim, que Ele faça aquilo que só Ele pode fazer. Creio nesta igreja.

Carlos Bregantim é mentor do Caminho da Graça - Estação São Paulo

17 dezembro 2007

Desgoverno briga por cortes na área social, mas vai gastar R$ 150 milhões para contratar agências de propaganda

Por Jorge Serrão

FONTE: Alerta Total

Enquanto a equipe econômica petista fala em cortar gastos sociais e em aumentar impostos, para desespero do chefão Lula da Silva, a Presidência da República vai torrar R$ 150 milhões (por ano) para contratar três agências de publicidade que cuidarão da propaganda institucional. As vencedoras serão conhecidas hoje, quando forem abertos os envelopes da licitação disputada por 36 agências. Os contratos serão de 12 meses, prorrogáveis por mais 48.

Por determinação do Tribunal de Contas da União, as agências vencedoras ficarão proibidas de fazer para a Presidência da República serviços de assessoramento e apoio na execução de ações de assessoria de imprensa, relações públicas, promoção, patrocínios, organização de eventos, planejamento e montagem de eventos em feiras e exposições. O TCU criou tal restrição para evitar esquemas iguais ao do Mensalão, em que as empresas recebem pelo serviço prestado ao governo e repassam, por baixo dos panos, percentuais para pessoas ou partidos corruptos.

A Secretaria de Comunicação Social (Secom) informa que as três agências vencedoras dividirão o bolo publicitário em nacos semelhantes. Na fase de avaliação da proposta técnica, o item plano de comunicação publicitária - parte considerada a mais importante desta etapa - não terá identificação do nome das agências participantes. A proposta de melhor preço será submetida à aceitação pelas três agências vencedoras do processo licitatório na fase técnica.

Nos primeiros três anos de Lula, a conta da Presidência foi atendida pela Duda Mendonça, pela Matisse e pela Lew, Lara. Com a crise do mensalão, em 2005, e a suspeita levantada pela Polícia Federal de envolvimento de Duda Mendonça no escândalo, sua agência deixou o governo em 2006. Desde então, a publicidade institucional ficou a cargo das outras duas.

16 dezembro 2007

A RAIZ DA LOUCURA!

Por Caio Fábio



O QUE É LOUCURA?

Esta é a questão!

Para mim é mais fácil dizer o que não é!...

Prefiro apenas afirmar que tudo o que não é amor surta o coração humano!

Este é um dos modos mais simples que existem de afirmar o que seja saúde mental e emocional em contraposição ao que seja loucura.

E de onde me vem tal certeza?

Ora, ela vem de minha loucura, de meu surto, digo eu.

E que surto é esse? — indaga você, numa conversa entre malucos.

Respondo: É o surto da fé no Deus que é amor!

Assim, por isto, declaro que tudo que não seja amor enlouquece o homem!

Paixão, pathos, é loucura, é surto... — não é amor.

Tudo o que não é amor é paixão disfarçada de amor; é a cobiça de mascaras; é o desejo egoísta travestido de qualquer cara; é mentira se fazendo passar por vontade.

Mais do que ninguém Paulo adverte contra as “paixões”. Paixões da carne e paixões deste mundo ou Era.

Assim, ele nos fala que vaidade, orgulho, cobiça, soberba, busca de poder, dinheiro, ou influencia; bem como todo culto à força, à fama, ao nome, à imagem ou à estética — são paixões.

Você pode saber o quanto as suas impressões da realidade estão falsificadas avaliando honestamente o volume de suas paixões, fixações ou cobiças.

Sim! E inclua em tal verificação também o volume de seus ciúmes, apegos, sentimentos de posse, passionalidade relacional e tudo quanto fizer de um outro o seu objeto de desejo e posse, ou de culto e entrega totais.

Diga-me qual é a sua maior paixão e qual o volume de sua entrega a ela, e direi a você o tamanho de sua loucura.

Desse modo fica muito fácil dizer que a maioria de nós enxerga pelo olhar da loucura de suas próprias paixões, o que faz cegar o entendimento e a percepção.

Andar segundo as paixões é andar segundo a alma. A alma é paixão. Paixão para o céu ou para o abismo. Mas é paixão.

Deixar-se levar pela alma é permitir-se conduzir pelas mãos da loucura!

O amor é espírito. O amor é verdade. O amor é justiça. O amor não é dono de nada. O amor se dá. O amor é.

Somente a serviço do amor no espírito a alma pode ser alma não enlouquecida.

A decisão que se tem que tomar, portanto, é simples: ou se vive do culto às nossas paixões, mergulhando na loucura e na falsificação das emoções e das percepções, ou, então, entrega-se o olhar ao que seja amor conforme Deus, e, desse modo, preserve-se a mente sã e lúcida, sempre capaz de voltar-se sobre si mesma em arrependimento e renovação do entendimento.

Este é caminho da sanidade!

Pense nisso!


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PROGRAMAÇÃO DA RÁDIO:
Mensagens todos os dias às 10h, 17h e 22h
Toda terça às 20h Conferência ao Vivo
Todo domingo às 19:45h, ao vivo, do Teatro la Salle em Brasília


Caio Fábio coordena o Caminho da Graça em Brasília.
Há Estações do Caminho da Graça em BH, SP, Santos, Manaus(AM), Campo Grande(MS), Sete Lagoas(MG), Uberlândia(MG), Niterói(RJ), Santos(SP),
Londres(Inglaterra) entre outras cidades.

Conheça o site www.caiofabio.com

15 dezembro 2007

Corpo de lutador de jiu-jítsu é encaminhado para IML

FONTE: Globo.com

O corpo do lutador de jiu-jítsu e vale tudo Ryan Gracie, de 33 anos, foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) central por volta das 11h deste sábado (15).

No final desta manhã, a irmã e a mulher do lutador estavam no 91º Distrito Policial, na Vila Leopoldina, na Zona Oeste de São Paulo. As duas eram acompanhadas pelo advogado de Gracie, Rodrigo Souto, e outras pessoas próximas a ele, e que chegaram à delegacia por volta das 11h30.

A polícia não quis passar outras informações, mas avisou que será realizada uma coletiva sobre o caso ainda neste sábado.

Encontrado morto

O lutador foi encontrado morto em uma cela do 91º DP. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), ele estava em uma cela sozinho.

O lutador foi encaminhado para o 91º DP, após ter realizado exame toxicológico no IML central por volta das 2h30. Ele chegou à delegacia da Vila Leopoldina às 3h. Segundo a delegada de plantão do 15º Distrito Policial Daniella Ranna, onde foi registrado o boletim de ocorrência do atleta por roubar um carro e tentar roubar uma moto, ele foi encaminhado para o 91º DP porque o local é uma delegacia de trânsito. De lá, ele seria encaminhado para o local “mais indicado”.

De acordo com a SSP, por volta das 7h, quando os policiais da delegacia foram fazer a revista nas celas dos presos, encontraram o lutador caído em um canto. Eles entraram e verificaram que ele estava morto.

Prisão

De acordo com policiais que atenderam o caso, Gracie foi preso por volta das 13h30 portando uma faca de cozinha. A PM informou que a seqüência de problemas envolvendo o lutador começou com a tentativa de roubar um Toyota Corolla, no Itaim Bibi, logo após ele ter saído de casa.

Na fuga, ele bateu com o lado direito do pára-choque contra um banco de concreto na Avenida Henrique Chama. Logo em seguida, tentou roubar uma Fiorino branca e uma moto, quando foi detido no cruzamento da Henrique Chama com a Avenida Juscelino Kubitschek.

O motoboy Adriano da Silva Souza, de 29 anos, disse que o lutador o abordou e disse "desce da moto senão eu te mato". Souza contou que desceu da moto e entregou o veículo ao atleta, mas enquanto o lutador tentava ligar o veículo, outros motoboys se aproximaram e ajudaram Souza.

O motoboy disse que deu um golpe com o capacete na cabeça do lutador, que caiu no chão. Outros motoboys se aproximaram, imobilizaram Gracie e conseguiram pegar a faca que estava com ele. Pouco tempo depois, a polícia chegou e prendeu o suspeito.

Lutador

O lutador Ryan Gracie nasceu no Rio de Janeiro em 14 de agosto de 1974. De uma família de lutadores, Gracie ganhou cinco Prides, a Copa Company McDonald’s de Judô, o Panamericano de Jiu-Jitsu em 1997, peso pesadíssimo, o Campeonato Brasileiro de 1997 e o Campeonato Sem Quimono.

Ele era professor e proprietário de uma academia na Rua Gomes Carvalho 260, na Vila Olímpia, Zona Sul da capital.

13 dezembro 2007

Fim da CPMF vai aumentar renda do trabalhador e baratear crédito

FONTE: Globo.com

O fim da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), a partir de janeiro de 2008, vai significar um ganho equivalente a cerca de 2% da renda do trabalhador. O cálculo é do presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), Gilberto Luiz do Amaral.

Segundo ele, para aqueles que ganham até R$ 500, por exemplo, o custo da CPMF é maior e chega a 2,4% do salário bruto. Dessa forma, esse trabalhador ganharia um “bônus” de R$ 156 por ano ao não pagar o imposto.


Ele estima que, na média os brasileiros gastem 1,9% do seu salário bruto com a contribuição. Desse total, 1,7 ponto percentual é pago no consumo. Há ainda 0,2 ponto percentual referente às movimentações financeiras (a média fica abaixo da alíquota de 0,38%, pois nem todos os brasileiros têm movimentação bancária).

Foto: Editoria de arte G1/G1

Empréstimos mais baratos

Segundo Amaral, o fim da CPMF também reduzirá o custo de empréstimos e outras operações financeiras, o que favorece o crédito. Ele diz acreditar também que haverá um repasse, mesmo que indireto, para os preços ao consumidor.

“Vão ter aqueles que não vão repassar nada e aqueles que vão repassar tudo. O cidadão deve ter uma diminuição no preço das mercadorias e serviços, que pode não ser direta, mas através da flexibilização de prazos de pagamentos”, diz Amaral.

Ele diz também que os R$ 40 bilhões da CPMF que iriam para o caixa do governo ficarão na economia e devem significar um acréscimo de até 0,5 ponto percentual no PIB, além de uma queda de 1 ponto percentual na carga tributária.

Meio salário mínimo

Considerando a arrecadação federal, a CPMF representa, em média, uma despesa de R$ 190 (meio salário mínimo) por ano para cada brasileiro. Sozinha, a contribuição responde por mais de 8% da arrecadação da Receita Federal. A previsão é que sejam arrecadados pelo menos R$ 36 bilhões neste ano, cerca de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas pelo país nesse período)

Fim da CPMF

O plenário do Senado rejeitou na madrugada desta quinta-feira (13), por 45 votos contra 34, a proposta de prorrogação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) até 2011. Com isso, ela deixa de ser cobrada a partir de 1º de janeiro.

Governo sai derrotado e Senado derruba prorrogação da CPMF

FONTE: Estadão

BRASÍLIA - Após mais de sete horas de discussão, a oposição derrotou o governo na madrugada desta quinta-feira, 13, e derrubou a prorrogação da CPMF no Senado. Foram 45 votos a favor e 34 contra. Com isso, o 'imposto do cheque' deixa de vigorar no próximo ano. Com o tributo, o governo pretendia arrecadar cerca de R$ 40 bilhões anuais, com a alíquota da CPMF em 0,38%. As negociações e acordos do Planalto não foram suficientes para reunir o apoio de 49 senadores para que o tributo passasse na Casa. A vitória da oposição só foi possível com o apoio de dissidentes da base aliada.

Na mesma sessão, o Senado aprovou ainda em primeiro turno a prorrogação a Desvinculação de Receitas da União (DRU). A DRU é um mecanismo que permite ao governo dispor livremente de 20% das receitas do Orçamento. Foram 60 votos favoráveis, 18 votos contrários e nenhuma abstenção. A previsão para a votação da DRU em segundo turno é 20 de dezembro.

Veja como votou cada senador na decisão sobre a CPMF

SÃO PAULO - Após mais de sete horas de discussão, Senado derrota o governo e derruba a prorrogação da CPMF. Foram 45 votos a favor e 34 contra. As negociações e acordos do Planalto não foram suficientes para reunir o apoio de 49 senadores para que o tributo passasse na Casa. A vitória da oposição só foi possível com o apoio de dissidentes da base aliada.

Veja abaixo a posição de cada senador. Com NÃO, estão os senadores que votarão contra a CPMF e com SIM aqueles que votaram a favor.

Adelmir Santana (DEM DF) = NÃO

Almeida Lima (PMDB SE) = SIM

Aloizio Mercadante (PT SP) = SIM

Alvaro Dias (PSDB PR) = NÃO

Antonio Carlos Júnior (DEM BA) = NÃO

Antônio Carlos Valadares (PSB SE) =SIM.

Arthur Virgílio (PSDB AM) = NÃO

Augusto Botelho (PT RR) = SIM.

César Borges (PR BA) = NÃO

Cícero Lucena (PSDB PB) = NÃO

Cristovam Buarque (PDT DF) = SIM

Delcídio Amaral (PT MS) = SIM

Demóstenes Torres (DEM GO) = NÃO

Edison Lobão (PMDB MA) = SIM

Eduardo Azeredo (PSDB MG) = NÃO

Eduardo Suplicy (PT SP) = SIM.

Efraim Morais (DEM PB) = NÃO

Eliseu Resende (DEM MG) = NÃO

Epitácio Cafeteira (PTB MA) = SIM

Euclydes Mello (PRB AL) = SIM.

Expedito Júnior (PR RO) = NÃO

Fátima Cleide (PT RO) = SIM

Flávio Arns (PT PR) = SIM

Flexa Ribeiro (PSDB PA) = NÃO

Francisco Dornelles (PP RJ) = SIM

Garibaldi Alves Filho (PMDB RN) = NÃO VOTA.

Geraldo Mesquita Júnior (PMDB AC) = NÃO

Gerson Camata (PMDB ES) = SIM

Gilvam Borges (PMDB AP) = SIM

Gim Argello (PTB DF) = SIM

Heráclito Fortes (DEM PI) = NÃO

Ideli Salvatti (PT SC) = SIM

Inácio Arruda (PC DO B CE) = SIM

Jarbas Vasconcelos (PMDB PE) = NÃO

Jayme Campos (DEM MT) = NÃO

Jefferson Peres (PDT AM) = SIM

João Durval (PDT BA) = SIM

João Pedro (PT AM) = SIM

João Ribeiro (PR TO) = SIM

João Tenório (PSDB AL) = NÃO

João Vicente Claudino (PTB PI) = SIM

Jonas Pinheiro (DEM MT) = NÃO

José Agripino (DEM RN) = NÃO

José Maranhão (PMDB PB) = SIM

José Nery (PSOL PA) = NÃO

José Sarney (PMDB AP) = SIM

Kátia Abreu (DEM TO) = NÃO

Leomar Quintanilha (PMDB TO) = SIM

Lúcia Vânia (PSDB GO) = NÃO

Magno Malta (PR ES) = SIM

Mão Santa (PMDB PI) = NÃO

Marcelo Crivella (PRB RJ) = SIM

Marco Maciel (DEM PE) = NÃO

Marconi Perillo (PSDB GO) = NÃO

Maria do Carmo Alves (DEM SE) = NÃO

Mário Couto (PSDB PA) = NÃO

Marisa Serrano (PSDB MS) = NÃO

Mozarildo Cavalcanti (PTB RR) = AUSENTE

Neuto De Conto (PMDB SC) = SIM

Osmar Dias (PDT PR) = SIM

Papaléo Paes (PSDB AP) = NÃO

Patrícia Saboya (PDT CE) = SIM

Paulo Duque (PMDB RJ) = SIM

Paulo Paim (PT RS) = SIM

Pedro Simon (PMDB RS) = SIM

Raimundo Colombo (DEM SC) = NÃO

Renan Calheiros (PMDB AL) = SIM

Renato Casagrande (PSB ES) = SIM

Romero Jucá (PMDB RR) = SIM

Romeu Tuma (PTB SP) = NÃO

Rosalba Ciarlini (DEM RN) = NÃO

Roseana Sarney (PMDB MA) = SIM

Sérgio Guerra (PSDB PE) = NÃO

Sérgio Zambiasi (PTB RS) = SIM

Serys Slhessarenko (PT MT) = SIM

Sibá Machado (PT AC) = SIM

Tasso Jereissati (PSDB CE) = NÃO

Tião Viana (PT AC) = SIM

Valdir Raupp (PMDB RO) = SIM

Valter Pereira (PMDB MS) = SIM.

Wellington Salgado de Oliveira (PMDB MG) = SIM.

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