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24 julho 2007

Caixa-preta aponta que avião desacelerou após pousar; colisão foi a 175 km/h

FONTE: Folha online

O Airbus-A320 da TAM que sofreu um acidente na última terça (17), em São Paulo, bateu e explodiu no prédio da TAM Express estava a 175 km/h. Quando pousou, estava na velocidade padrão para o procedimento, entre 240 km/h e 222 km/h. Essa informação faz parte dos primeiros dados retirados da caixa-preta pela NTSB (National Transportation Safety Board), em Washington, EUA.

Cerca de 200 morreram na tragédia, entre passageiros e pessoas em solo, no pior desastre da aviação brasileira.

A informação foi repassada nesta terça-feira a repórteres pelos deputados Marco Maia (PT-RS) e Efraim Filho (DEM-PB), que acompanham os trabalhos da NTSB. Diferentemente de ontem, os parlamentares evitaram comentar o significado desse dado perante a investigação --se ele indicaria que o piloto tentou frear a aeronave em vez de arremeter, por exemplo.

Ontem pela manhã, Efraim chegou a afirmar por telefone a rádios e sites brasileiros que as primeiras análises da caixa-preta mostravam que o piloto do Airbus não tinha tentado arremeter. Entretanto, posteriormente, ele recuou.

Tanto a caixa-preta que grava as conversas no interior da cabine da aeronave quanto a que contém dados do vôo --como altitude e duração-- estavam em perfeitas condições. Finda a fase de extração das informações --não todas, mas as que interessam--, os técnicos da NTSB passarão à padronização e à sincronização dos dados dos dois equipamentos. No Brasil, deve ser montada, a partir dessas informações, a reconstituição do acidente, que também causou um incêndio de grandes proporções..

O relatório final da NTSB pode levar mais de um ano para ficar pronto.

Congonhas

Nesta terça-feira, o aeroporto de Congonhas enfrenta problemas devido ao mau tempo. O terminal fechou para pousos por quase três horas no começo da manhã, fechou mais uma vez às 11h05, chegou a reabrir às 14h, mas fechou às 15h22. Como os aviões não chegam, as decolagens também estão praticamente paralisadas.

Das 6h às 14h, das 143 partidas programadas, 73 foram canceladas --o equivalente a mais de 51%. O número inclui parte das 68 decolagens que a TAM, sozinha, cancelou.

O caos em Congonhas afeta todos os grandes aeroportos do país.

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A COMPETÊNCIA DOS INCOMPETENTES

Por Olavo Bilac

FONTE: Mídia Sem Máscara

Não faltará, como nunca falta, quem atribua o monstruoso acidente do aeroporto de Congonhas à incompetência pura e simples. Mas a incompetência do governo federal, nessa como em outras áreas, não é nem pura nem simples. Ela é o efeito da dupla agenda estratégica que orienta todas as ações do esquema petista já desde antes de sua ascensão ao poder.

Nas semanas que antecederam as eleições de 2002, só três pessoas na mídia anunciaram a formação da aliança revolucionária continental Lula-Castro-Chávez. Resultado: eu perdi o meu emprego, o analista estratégico Constantine Menges foi xingado até à enésima geração e o herói nacional cubano Armando Valladares foi rotulado de “picareta”. Menções ao “pequeno eixo do mal” foram declaradas anátema. Nos debates nominalmente destinados a informar o público sobre os candidatos em que iria votar, nem mesmo os adversários de Lula quiseram tocar no assunto. Dos entrevistadores, só um – Boris Casoy – ousou perguntar algo a respeito, e mesmo assim muito educadamente, muito discretamente, quase pedindo desculpas. Lula mandou-o calar a boca.

Ao longo dos dois mandatos lulianos, o eixo, que já vinha sendo preparado nas reuniões do Foro de São Paulo desde 1990, tornou-se uma realidade patente, e nenhum dos iluminados que o haviam negado apareceu na mídia confessando-se um idiota ou um mentiroso contumaz. Todas as ridículas tentativas do governo George W. Bush de jogar Lula contra o esquema castrochavista só serviram para provar a solidez da aliança revolucionária, não só entre aqueles três governantes esquerdistas, mas entre todos os membros do Foro, inclusive as Farc e outras organizações criminosas.

Mas, numa campanha eleitoral, a duplicidade moral consiste apenas em dizer uma coisa e fazer outra. Uma vez eleito, o sujeito tem de governar, e aí a incongruência entre a fala e os atos torna-se discordância entre duas séries de atos, uma destinada a implementar os objetivos nominais do seu governo, outra a realizar as finalidades secretas, ou discretas, do esquema de poder que o elegeu. De um lado, trata-se de administrar o país relativamente bem, para se manter alto nas pesquisas. De outro, busca-se desmantelar o Estado e a própria sociedade, para que o partido revolucionário possa se sobrepor a ambos e engoli-los. Não se pode dizer que o governo Lula tenha duas cabeças, porque só uma cabeça única, e bem organizada, pode coordenar esse delicado e complexo jogo duplo. Mas o processo tem um limite natural.

Não é possível desmantelar o Estado e manter o governo funcionando; nem anarquizar a sociedade e continuar indefinidamente dando a impressão de ordem e progresso. Mais dia, menos dia, um dos lados vai ter de predominar. A lógica interna da estratégia revolucionária espera que esse momento só chegue quando as “forças populares” estiverem prontas para rasgar sua própria máscara e partir para a tomada ostensiva do poder. No segundo mandato de Lula, porém, o limite natural do processo foi atingido antes disso.

O Estado e a sociedade já estão bagunçados de alto a baixo, mas a esquerda radical não está madura para o grande golpe. Nada funciona – nem mesmo a estratégia revolucionária. A velha ordem morreu, a nova transformou-se num gigantesco aborto.

Que fazer?, perguntaria Lênin. E responderia: se não for possível adiar o desenlace, deve-se tirar proveito revolucionário do aborto mesmo, lançando as culpas dele no adversário. Não existindo adversário, a parte mais comprometida do esquema revolucionário deve ser ela própria jogada às feras, acusada de traição e direitismo.

Isso já começou a acontecer. Não havendo uma direita capaz de liderar a revolta popular contra o pior governo brasileiro de todos os tempos, essa revolta será muito provavelmente capitalizada pelo mesmo esquema esquerdista que o gerou. Se o próprio Lula tiver de ser sacrificado para esse fim, não haverá aí surpresa nenhuma. Criar o fantoche custou caro, mas quem vai pensar em economizar dinheiro numa hora dessas?

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SOUVENIR MAIS VENDIDO DO PAN: O APEDEUTA MERECE...
FONTE: Alerta Total



A camiseta já faz o maior sucesso de vendas no comércio ambulante do Rio de Janeiro. Será usada no dia 6 de agosto, em plena segunda-feira, na capital paulista, onde ocorrerá uma grande manifestação popular contra o presidente Lula da Silva, aquele que morre de medo de vaia.

O protesto será às 14 horas, saindo da Avenida Paulista, esquina com a Pamplona. A passeata ou marcha vai pedir o Impeachment do presidente.O movimento é engrossado pelos parentes das vítimas da tragédia da TAM. Lula vai pedir ao “parceiro” Gilberto Kassab que não deixe o ato acontecer, ratificando a proibição municipal de manifestações na Avenida Paulista...

O Imperador do Rio, Cesar Maia, em seu ex-blog de hoje, faz uma análise do porquê de Lula se encolher diante das adversidades e das pressões da opinião pública:

Não é a primeira vez que Lula se encolhe frente à adversidade. Em 2005 -durante o mensalão- ocultou-se, e saiu da toca em Paris numa entrevista amadora desastrada. Agora -da mesma maneira. Encolhe-se, se oculta, perde a iniciativa, cancela sua agenda no sul, e a muda para o nordeste. Esta mudança de agenda foi feita da mesma maneira em 2005.

2. Os políticos que se encolhem frente às adversidades não são casos raros. Alguns sistematicamente, numa espécie de ciclotimia, onde se deprimem a qualquer noticia e fato negativos. Há um elemento comum entre eles: colocar a culpa na imprensa. São vários os casos de políticos que na adversidade, param de ler os jornais e não ouvem ou assistem o noticiário. Não entendem o papel -em todo mundo- da imprensa na cobertura política onde faz o controle de qualidade (passam os produtos bons; ficam e são expostos os produtos ruins).

3. O jogo -política/imprensa- está mais do que estudado. Nas ditaduras a imprensa permitida faz o que o governo quer. Do outro lado, entre os políticos frágeis, os governos fazem o que a imprensa quer. Como sempre, no meio está a virtude.

4. Um político que se encolhe frente à adversidade -como Lula- reage quase sempre de uma mesma forma: corre em direção a seu nicho de opinião pública, e passa a tratar apenas deste. E justifica junto aos assessores que é isso que o país precisa. No caso de Lula, se ele permitisse um gravador a seu lado, o que diria seria algo como, "pensam que vim aqui para atender os ricos?"; "essa imprensa serve aos poderosos"; "vou tratar do meu povo e deixar esses pequeno-burgueses de lado".

5. A vaia e a tragédia, auto-atocaiaram Lula. Improvisou uma cirurgia numa vista alegando terçol e com isso se autojustificando pela ausência. Os desdobramentos de sua ciclotimia política podem ser apenas pessoais -meno male- para seu grupo interno. Mas podem ter efeito maior, reorientando suas prioridades ainda mais e muito mais para o assistencialismo desregrado, buscando foco, naqueles que não lêem jornais, e que com alguma bolsa no bolso, podem servir de claque para levantar a moral do chefe.

6. As idas de Lula ao nordeste em 2005, foram assim: com direito a claque e cenário, e ele suado no meio dos amigos contratados, voltando a ser o líder sindical. Essa regressão protetora de seu encolhimento na adversidade voltará nos próximos dias. E contará com a TV para registrar seu passado, teatralizado no presente -sem gravata, suado, sem plural...

7. Um político completo na chefia de governo -um estadista- não é o que temos. A adversidade o colocou na clandestinidade. E o despachou para os seus nichos, de AeroLula, num contraponto triste com a pequena burguesia que rejeita, por autodefesa.

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Hoje, recebi um email com fotos, não publicadas, do acidente trágico em Congonhas...

Não há palavras que expresse a dor e a tristeza ao ver aquelas fotos.

Mesmo sentimento que me sobreveio há 10 meses atrás quando fotos não publicadas, do acidente com o avião da Gol, me foram enviadas.

A pergunta que me veio a mente foi: Por que tão ínfimo amor pelas pessoas?!

Nas cadeiras que habitam o poder deste país, pessoas sentam para se sentirem como reis e governarem com ganância, vaidade e presunção. Sempre dispostos a encherem suas contas bancárias ou se masturbarem com o status que o poder proporciona.

Os olhos da Justiça estão vedados porque se deleita em olhar para si própria e contemplar todas as maravilhas (na concepção deles) que ela pode realizar.

Que nós, como povo, mostremos amor ao nosso próximo e a nós mesmos e que toda essa canalhice que este governo corruPTo realiza diariamente receba nossa indignação, nosso protesto, nossa insatisfação e que, com mais esta lição, possamos, finalmente, escolher nossos dirigentes com seriedade e consciência.

Riva Moutinho BH 24/07/2007

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