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20 julho 2007

BRASILEIROS, SEJAIS "SIMPLES COMO A POMBA E ASTUTOS COMO A SERPENTE"

Lulla passou todos estes dias depois do acidente com o avião da TAM se escondendo do povo e mantendo reuniões com sua turma, afim de estabeleceram estratégias para blindarem o Governo, ou seja, ele próprio.

Agora ele fará um pronunciamento à nação.

Analisem as reportagens abaixo:

FONTE: Blog Alerta Total

Armação oficial

O advogado Luciano Blandy recomenda aos leitores do Alerta Total que dêem uma olhada no vídeo que a infraero divulgou, do avião da TAM na pista de Congonhas.



Luciano pede que se preste atenção em três fatores:

1 - Quando o primeiro avião passa, não há o relógio na parte de cima do vídeo, ao passo de que quando o da TAM passa, esse relógio surge subtamente, marcando 8 segundos do momento em que ele aparece ao momento em que some. Salvo engano, esse relógio é permanente nas câmeras justamente para que seja marcado segundo a segundo o movimento das aeronaves para o caso de acidente. Então questiono: Porque o relógio some justamente quando o avião vagaroso aparece?
(Nota de Riva Moutinho: Com relação ao relógio na parte superior do vídeo, ele não aparece antes por erro de quem filmou a reportagem na TV, ou seja, este ponto seria descartado)

2 - O tal avião vagaroso não anda de forma contínua na filmagem... ele meio que "pipoca" como quando a gente dá pause e play no vídeo cassete.

3 - No canto esquerdo da tela tem uma torre piscando (próximo à cauda do primeiro avião estacionado). Durante a passagem do primeiro avião, ela simplesmente não pisca, enquanto quando o da TAM passa, ela chega a piscar 3 vezes. Considerando o tempo marcado no relógio, isso significa uma piscada a cada 2,5 segundos mais ou menos. Ora, essas torres não piscam de forma aleatória e sim, mantendo um padrão. Como explicar isso??

Acho que isso é um indício grave de que a filmagem pode ter sido fraudada.Será que algum colega que entenda de edição de imagem não poderia verificar isso? Tenho o vídeo gravado no meu computador se for necessário. Precisamos nos mobilizar porque o circo já está armado para jogar a culpa toda nas costas do coitado do piloto”.

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Desmentindo a Infraero

O comandante Elnio Borges contesta a versão do presidente da Infraero sobre a segurança da pista de Congonhas em dias de chuva.

Segundo Borges, com a chuva e sem ranhuras, a pista de Congonhas vira um "esqui", já que a lâmina d'água, por mais fina que seja, impede o pneu de tocar no concreto e o piloto perde o controle direcional da aeronave:

"A grande armadilha onde eles (governo) estão metidos é que se recusam a tomar qualquer atitude que só eles podem tomar, corretiva, sob pena de confessar a responsabilidade que eles vêm negando há tempos".

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Cobranças à imprensa

Uma mensagem do Comandante Antônio Fontes Melo, enviada ao programa Hoje em Dia, da TV Record, serve de puxão de orelha para toda a mídia amestrada pelas verbas oficiais do governo federal:

É uma vergonha da parte da mídia não responsabilizar os Governantes que só sabem nomear dirigentes para ocuparem cargos sem a menor habilitação para os mesmos, são compadres, afilhados, pelegos sindicalistas, sem contar com as verdadeiras quadrilhas que se instalaram no poder tudo às custas do contribuinte afinal são "apenas" 11.500 reais por MINUTO que nós pagamos para termos resultados pífios. Na existência da DAC nunca se soube de algum apagão, porquê? porque era um orgão com capacidade e competente e o que se vê são orgãos dirigidos por incompetentes pelegos”.

“Pelo amor de DEUS vocês tem a obrigação e o dever de começar a cobrar das autoridades vocês são o maior veículo de informação, não podem se calar como estão se calando com o caso AERUS/AEROS”.

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FONTE: Estadão

Piloto teria mais chance de pouso em pista mais longa

Especialista em segurança de vôo afirma também que reverso não pode ser a principal causa do acidente

SÃO PAULO - Para especialistas, a tragédia do Vôo 3054 não teria acontecido caso o Airbus da TAM tivesse pousando em Cumbica. Segundo o perito aposentado do Departamento de Segurança de Vôo, Roberto Peterka, mesmo com problemas no reverso, a aeronave teria pousado tranqüilamente. "Por ser a pista maior, o piloto não precisaria ter que arremeter, se realmente foi isso que ele fez, e teria espaço maior para a desaceleração", explica.

De acordo com Peterka, o fato de Congonhas ter uma pista menor não significa uma causa direta para o acidente. "Isso não quer dizer que o aeroporto de Congonhas teve influência decisiva no acidente", conclui.

O especialista também afirma que o reverso, apontado como possível causa, não pode ser considerado o vilão do acidente. "O reverso é um instrumento auxiliar na hora de frear o avião, mas não é considerado fator importante para o pouso, portanto, mesmo não funcionando, ele poderia ter brecado a aeronave sem problemas", diz.

Um dia antes do acidente, na segunda-feira, 16, o avião também teria apresentado problemas ao aterrissar em Congonhas, durante o vôo 3215, procedente de Belo Horizonte (Confins), só conseguindo parar muito próximo do final da pista. O piloto teria relatado à torre de controle que a pista estava muito escorregadia.

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Interessante é que um dia antes da saída do Lulla das profundezas do Oceano Alvorada para fazer um pronunciamento, as principais mídias propagam com veêmencia um defeito na aeronave acidentada, mesmo a TAM seguindo os procedimentos padrões no manual do fabricante.

A incompetência do Lulla não é caracterizada apenas por este acidente, mas tantos outros eventos de corrupção, morte por falta de atendimento nos hospitais, crescimento da violência, tráfico de drogas, crescimento da arrecadação de impostos, aumento desordenado dos gastos públicos etc.

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