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25 junho 2007

TU ME AMAS?
Por Riva Moutinho

Cena do Filme A Paixão de Cristo de Mel Gibson

A Palavra nos alerta que o amor se esfriaria em muitos; e de fato isto tem acontecido. São guerras, destruição do meio ambiente, egoísmo e todas as variantes que o não-amor poderia criar. Muitos valores desceram pelo ralo do descaso e o mundo, a cada dia, toca com mais harmonia a música fúnebre dos fins dos tempos.

“Ainda que eu fale a língua dos homens e dos anjos (...) se não tiver amor, nada serei.” (I Co. 13:1 e 2)

O princípio elementar de Cristo, mesmo sendo peça-adquirida de diversos segmentos religiosos, nem de perto foi seguido: o amor. O amor é a causa de valores preciosos na vida. É onde me dou sem me importar com gratificações. Jesus veio mostrar que o homem não precisava de uma série de regras que limitariam sua expressão de ser. Bastava o homem aprender com Ele o que é o amor e colocá-lo em prática. Por isso Jesus resumiu todas as regras em duas ações: Ame a Deus acima de todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo. (Leia Mt. 22:37 – 40)

Há milhões de seguidores de Cristo espalhados pelo mundo, alguns carregam bandeiras de religiões outros não, mas o fato é: Seguir a Cristo não seria imitá-lo? Não seria seguir o que Ele ensinou?

Tendo um dia escolhido a mim e a você, Ele não vislumbrou a nossa miserabilidade, antes só pensou em si entregar para que pudesse ver a cada um de nós livres de todos os fardos que o mundo nos daria e nos ensinaria, muito das vezes, sutilmente.

“...Tende bom ânimo; eu venci o mundo.” (João 16:33)

E Ele venceu o mundo com amor.

Como estamos tentando vencer o mundo? Com ódio, egoísmo, estrelismo, fazendo acepção de pessoas? Com buscas excessivas do ter? Publicando em outdoors o argueiro no olho do próximo e escondendo nos porões nossas traves? Com ritos, religião, máscaras, puxa-saquismo, hipocrisia, barganhas?

As religiões criadas não se preocuparam em praticar o amor, apenas em si propagarem, como se quantidade fosse algo que tivesse importância para Deus.

A vida não pode ser um barco sem rumo. A Graça de Deus não é o aval para as irresponsabilidades ou a permissão para os desejos nocivos da alma. Ao contrário, é amor. Logo, as podridões mascaradas de guloseimas não encontram paladar. Logo já não sou eu quem vive em mim, mas Cristo. (Leia Gl. 2:20)

Pai, ensina-me a não transformar a mediocridade deste mundo em padrão moral para a minha existência e nem a ser enfeitiçado pela sequidão que brota em todos os cantos. Que haja força de Ti no meu ser e que a cada dia eu possa aprender sobre o amor, vivê-lo e praticá-lo tornando-me assim um real seguidor de Jesus.

BH, 15/05/2007

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