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17 abril 2007

CRIANDO FILHOS DO DIABO
Por Riva Moutinho

Quanto mal há sobre a face da terra!

Ao viver 33 anos sobre esta terra, Jesus, ensinou o maior de todos os sentimentos: o amor. E mostrou claramente a importância do amor quando simplificou os mandamentos, orientando para que nós amássemos a Deus acima de qualquer coisa e ao nosso próximo como a nós mesmos. A essência deste ensinamento de Jesus é tão profunda que ao depararmos com os acontecimentos, vemos o quanto as pessoas o têm negado.

Os governantes não amam o povo que os elegeram, antes buscam seus interesses afim de resguardarem seus próprios egos e prazeres. E assim caminha toda a humanidade: Foi Saddam Hussein utilizando o gás sarin, contra os curdos, Bin Laden ordenando ataques com aviões comerciais contra prédios nos Estados Unidos, a guerra na antiga Iugoslávia, a briga entre protestantes e católicos na Irlanda, as batalhas infindáveis entre judeus e palestinos, os homens, mulheres e jovens-bombas espalhados pelo Oriente Médio, as guerras civis na África, os assaltantes de carro que arrastaram uma criança por 7Km pelas ruas do Rio de Janeiro, o empresário que engana afim de obter melhores lucros, a desgraçada lei predominante de levar vantagem em tudo...

Não. A serpente não apenas tentou e se consagrou vitoriosa no Éden, mas ela semeou sua semente no coração e na mente humana. O que vimos daquele momento até os dias de hoje é a proliferação descontrolada do mal.

Pior... se tornou muito pior. Quando Cristo morreu na cruz, Ele deu ao homem a graça de regenerar sua alma através da presença do Espírito Santo no espírito humano anulando a ação, até então eficaz, da serpente. E Jesus ensinou, mas o homem se colocou como o maior conhecedor para se alcançar a salvação eterna e transformou a Bíblia num meio lucrativo de satisfazer aos seus delírios.

A religião se tornou o caminho que leva a salvação, anulando a própria afirmação de Cristo que Ele era o Caminho. Com isto a religião elege santos em processos burocráticos humanos, transforma um simples ser-humano num ser infalível atestado através de documentação reconhecida, compra TV´s e rádios afim de propagarem as necessidades de seus egos de mostrar pra outra religião que se tornou ou se tornará maior.

A religião transformou o homem em dEUs. Senhor de seus próprios delírios que encontram guaritas na deturpação do Evangelho e na falta de conhecimento das pessoas. Estes homens-dEUs arrastam multidões, adoecem milhões através da implantação da auto-justificação que anula a Graça de Cristo e despreza todo o sacrifício de Jesus na cruz.

A obra inicial do diabo no Éden tem sua homologação na religião, seja ela qual for. Nela o homem se vê como juiz do seu próximo, como detentor da verdade e encontra espaço mais que suficiente pra se tornar um dEUs. A desgraçada tentação no Éden a bilhões de anos atrás ainda leva diversas pessoas a caírem na mesma arrogância, presunção e insanidade dos nossos primatas.

Não, estes homens não se enxergam como dEUs, mas também não enxergariam Jesus como mestre. São fariseus. São doutores da Lei. São a pedra-de-tropeço que permanece na porta não entrando e não deixando ninguém entrar. Pior... muito pior. São guias de cegos, como o próprio Jesus falou, guiando as mentes das pessoas para a satisfação dos objetivos que trafegam distantes daquilo que Jesus sempre ensinou.

O diabo instigou o homem com a tentação de se igualar a Deus. O homem não apenas se entregou a tentação, mas foi capaz de aprimorá-la, ao longo dos tempos, utilizando o próprio Evangelho, demonstrando que aprendeu bem com aquele que tentou a Cristo no pináculo do templo.

Os filhos de Deus não seguem uma religião a não ser o Evangelho. Não seguem a um deus que não seja Deus. Não anulam ou desprezam o sacrifício de Cristo na cruz que trouxe misericórdia, Graça e vida. No entanto a religião, ao longo dos tempos, tem produzido filhos, netos, bisnetos... do próprio diabo.

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