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19 março 2007

Lei contra homófobos: só pode ser coisa de petista aloprado...
Por Félix Maier

FONTE: Mídia Sem Máscara

No momento em que se arrastam crianças pelo asfalto até a morte, como o menino João Hélio Fernandes, no Rio de Janeiro, e que se estupram meninas aos montes, como Gabrielli Cristina Eichholz, que foi encontrada morta dentro de um tanque de batismo de uma igreja adventista de Joinville, SC, com Lula dizendo que “às vezes, a violência é questão de sobrevivência”, o Congresso Nacional cuida de um projeto muito mais urgente para o País do que o combate contra a bandidagem: a criminalização da “homofobia”.

Ninguém, por certo, tem o direito de perseguir uma pessoa pela cor da pele que possui, pela religião que segue ou pelo seu sexo (ou a falta de um que seja bem definido...). A Constituição Federal prevê deveres e direitos (infelizmente, mais direitos do que deveres) a todos os cidadãos brasileiros, e já existe um monte de leis que tratam do assunto. Todos são iguais perante a lei e as leis deveriam valer para todos. Infelizmente, não é isso que ocorre. Na Terra do Mico-Leão-Dourado, a lei beneficia apenas os ricos, os que têm boa posição social e as famigeradas “minorias”, que no Brasil são a vasta e irrefutável “maioria”: mulheres, crianças e adolescentes, índios, negros e, no futuro, também os homossexuais. Tudo perfeitamente dentro do modo “politicamente correto” besta de pensar.

Se vivêssemos em um país sério, não haveria necessidade de se criar mais uma lei com a finalidade específica para tratar de perseguições movidas contra homossexuais, como quer o Congresso. As leis existentes dão conta do assunto, caso alguém se sinta prejudicado em função de sua “terceira via” sexual. Se as leis valem para todos, por que tratar diferente os homossexuais, como se fossem alienígenas vindos de Vênus?

Um erro que vem se repetindo no Brasil, nas últimas décadas, é criar leis específicas, seja para índios, mulheres e menores de idade, seja para negros ou homossexuais. Se todos são iguais perante a lei, por que criar leis distintas para atender somente uma parcela da sociedade, como se essa fosse mais importante que a sociedade inteira?

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) – e põe eca! nisso – é uma legislação que seria muito interessante para a Suíça, não para o Brasil, um país de primatas governado por primatas. O ECA já debutou na sociedade seus 15 aninhos, porém está totalmente defasado da realidade e necessita de uma urgente atualização. Em vez de promover o desenvolvimento e a proteção de crianças e adolescentes, o que o ECA faz é defender assassinos simplesmente porque ainda não completaram 18 anos. Toda mãe que perdeu um filho nas mãos de marginais sabe perfeitamente que bandido não tem idade. Um adolescente de 16 anos, no Brasil, pode votar para presidente da República, porém não pode responder pelos seus atos bárbaros, uma malandragem a mais criada por nossos cínicos políticos. Ora, um menino que já “afoga o ganso”, que consegue engravidar uma menina, é tecnicamente um adulto e assim deve ser tratado. A diminuição da maioridade penal deve ser exigida por toda a sociedade brasileira, não para 16 anos, mas para 12, 13 anos, que é a idade em que nossos bandidos “gentilíssimos” - como disse a Srª Mantega - já estão em condições de procriar. O mesmo deve ser aplicado às meninas: se pode engravidar, deve também responder por seus atos como uma pessoa adulta.

Recentemente, Lula aprovou com pompa e circunstância – tudo, no governo Lula tem pompa e circunstância, mesmo as “abobrinhas” que o Presidente profere – a Lei Maria da Penha, que tem por finalidade colocar no xadrez, com mais agilidade, o marido ou companheiro que tem o belo costume de bater na mulher. Ora, já existem leis e mais leis que tratam da questão da tortura, das lesões corporais, dos maus tratos, físicos ou psicológicos, que valem para todos, inclusive para as mulheres. Por que então foi criada mais essa bobagem? A pergunta que fica é a seguinte: e a mulher, tem o direito de meter o rolo de macarrão ou o salto alto do sapato na cabeça do marido, quando bem entender, sem que seja levada ao delegado de polícia, fugindo candidamente do xilindró? Lei Maria da Penha, a que desce a lenha! Obviamente, no cocuruto do marido...

A lei que o Congresso pretende aprovar, a favor dos homossexuais, é uma bobagem ainda maior do que a Lei Maria da Penha porque os males que trará serão em número infinitamente maior do que a turba que se reúne todos os anos na parada do “orgulho gay”, em São Paulo. Os primeiros a serem perseguidos, os futuros “refugiados homófobos”, serão todos os que professam a religião cristã, sejam católicos ou protestantes das mais variadas vertentes. Ou seja, a quase totalidade dos brasileiros. Porque está muito claro na Bíblia, em suas prescrições religiosas e morais, que a homossexualidade é um pecado que merece punição rigorosa e explica por que as cidades de Sodoma e Gomorra foram destruídas: “Aquele que dormir com macho, abusando dele como se fosse fêmea, morram ambos de morte, como quem cometeu um crime execrável: o seu sangue recaia sobre eles” (Levítico, 20, 13). Obviamente, houve uma evolução na sociedade, mesmo entre os judeus ortodoxos, e esse preceito do Antigo Testamento tornou-se letra morta. Entretanto, o padre e o pastor que fizerem menção a esse texto das Sagradas Escrituras em sua homilia, seriam levados diretamente para a cadeia?

Outro mal que a esdrúxula lei trará será a criminalização de toda palavra que se proferir contra os homossexuais, algo como já ocorre com os negros, caindo todos nós no buraco negro de uma espécie de “racismo do arco-íris”. Se alguém chamar um crioulo de “crioulo”, está sujeito a ser tratado como um criminoso quase tão odioso quanto um homicida, quando na verdade trata-se apenas de, no máximo, um insulto, nunca de um crime, e assim deveria ser tratado. Mas não é. Da mesma forma, se alguém vier a chamar um bicha de “bicha”, estará sujeito a sofrer as mesmas penalidades, caso seja aprovada no Congresso essa nova lei, de feitio newspeak, pela qual a companheirada petista tanto se bate há anos, pleiteando, ainda, que a ONU equipare “o crime de homofobia” ao “crime de racismo”! E eu, que já fui chamado por muito “negão” no Rio de Janeiro de “branquelo azedo”, “ruço”, “pindirriga” (corruptela de pinho-de-riga), também terei o direito de processar os envolvidos nesse tipo de “crime de racismo”?

Impedir, p. ex., um negro ou um homossexual de ingressar num clube social, ou negar o emprego a alguém, simplesmente em função da cor da pele ou da “preferência sexual”, configura crime, não há dúvida, e assim deve ser tratado. Para isso já temos leis suficientes à disposição dos juízes. Não se torna necessário inventar mais uma. Porém, o xingamento de “crioulo” ou “bicha” não pode ser configurado como crime, pois não vai de encontro aos direitos individuais da pessoa humana, nenhum direito fundamental do ofendido foi cerceado. Trata-se, apenas, de um insulto, não de um crime, e assim deveria ser tratado, tendo o ofendido o direito de exigir uma indenização como reparação pelas ofensas recebidas. Criminalizar um sujeito mal-educado e preconceituoso, que agride anões, mulheres, negros, “loiras burras” (existiriam “negas idiotas”?), índios e homossexuais com palavras julgadas preconceituosas, é uma aberração sem tamanho. Tudo isso não passa de um maldito stalinismo puritano, orquestrado pelas esquerdas de todo o universo, que pretende colocar na cadeia um boquirroto, porém incentiva a prática do infanticídio, que é o aborto, coisa típica desses tempos de moral tortuosa em que vivemos. Coisa típica do petismo e aderentes.

A mídia se farta em apresentar padres pedófilos, para execração pública, porém não mostra o óbvio, o estrago que o pederasta (homossexual masculino que viola menino) faz na sociedade – com ou sem batina. A propósito, o novo Código Civil, dentro do modo politicamente besta de agir, riscou de seu texto a palavra “pederasta”. Nossos doutos legisladores julgam que a rasura de uma simples palavra ira acabar com a pederastia...

E, por favor, não me venham com as “palavras de pau” comuns hoje em dia, como “orientação sexual”, “opção sexual”, “preferência sexual” e outras bobagens do gênero. Opção sexual não existe, porque ninguém escolhe ser homem, mulher ou “homoafetivo”. Todos já nascem assim. No caso dos homossexuais, é necessário acrescentar que alguns deles adquirem essa característica em função de algum trauma na infância, normalmente oriundo de agressão sexual. Opção é escolha, é você torcer pelo Flamengo ou pelo ASA de Arapiraca. Orientação sexual não é você escolher, aleatoriamente, o sexo que irá ter, uma idiotice sem tamanho, porém apenas a instrução que se dá ao filho, para conhecer o próprio corpo, usar preservativos para evitar a gravidez indesejável e doenças sexualmente transmissíveis. Preferência sexual é coisa que não existe, a não ser na imaginação de uma pessoa pervertida. Somente uma pessoa imoral é que iria olhar-se no espelho, de manhã, e dizer para si mesmo: “Hoje, para variar, vou ser homossexual!”

Todos os seres humanos devem ser respeitados, tanto homossexuais, quanto heterossexuais. Casamento, como o nome diz, é uma união entre um casal, um homem e uma mulher. Já existem leis que amparam a união homossexual. O casamento entre homossexuais é uma aberração, por atentar contra um dos pilares da sociedade, a família, julgada sagrada para todas as religiões, embora seja permitido em alguns países, inclusive de maioria católica, como a Espanha. A homossexualidade sempre foi e sempre será uma exceção no reino animal (como é a cleptomania e a pedofilia), nunca uma regra, ainda que haja, na evolução humana, uma linha muitas vezes tênue entre o que é, digamos, um “homem macho” e um “homem fêmea”. Como assim? Pois bem: você, um machão convicto de sua masculinidade, me responda rapidamente: o que fazem seus dois mamilos no peito musculoso? Deram de mamar no passado remoto ou serão seios fartos num futuro distante?...

Pelo visto, a tal lei contra “homófobos” só pode ser coisa de petista aloprado. Ou de bicha estressada...

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Eu venho falando desta lei desde a época das eleições presidenciais e inclusive teve gente me chamando de homófobo. Concordo em número, gênero e grau com o Félix Maier e, sem dúvida, este projeto é mais um atraso para o Brasil que, graças a seus políticos, tem aprendido com perfeição a correr para trás.

Outra coisa que até hoje não entendo é o porque dos homossexuais terem adotado o arco-íris como símbolo. Todo cristão sabe (se não deveria saber) que o arco-íris é o sinal de um pacto feito entre Deus e Noé (após o dilúvio) de que o mundo nunca mais seria destruído com água. Tomar posse deste símbolo cristão não seria um crime? Não seria uma ofensa a todos os cristãos e a Bíblia?

Então vou brigar pelo meu direito de não ter minha fé religiosa ofendida assim como eles não querem ter sua opção sexual ofendida. A Lei não pode fazer acepção de pessoas, por isso precisa ser justa. Se há algum político de plantão por aí, então que ele leve esta idéia até o Congresso Nacional e que os homossexuais criem seu próprio símbolo e não roubem dos cristãos ou da Bíblia.

Se ofensa será considerada crime, então que a ofensa feita constantemente contra a Bíblia e os cristãos em relação ao símbolo do arco-íris também seja considerada crime e todos paguem igualmente. Caso contrário não inventem mais uma bobagem.

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1 comentários:

Poucas vezes na minha vida li um texto tão desprovido de fundamentação e usando artifícios sofísticos para demarcar um verdadeiro rancor (típico do cristianismo demasiado ortodoxo)àquilo que, em tese, não deveria lhe ofender tanto.

Mas não é de todo mal. Encontrará inúmeros pensadores brasileiros que lhe darão apoio ao Falar sobre violência, ECA, constituição, legislação e homosexualismo x religião dessa forma, tais como Hebe Camargo, Ratinho e Fausto Silva.

Parabéns

Gustavo Pereira

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