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22 setembro 2006

LULLA E O CASO DO DOSSIÊ

(FONTE: O Estadão)

SÃO PAULO - O mercado financeiro começa a temer a possibilidade de um segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), franco favorito nestas eleições presidenciais, ficar paralisado em meio a inúmeros processos de investigação envolvendo membros do governo petista. A análise é de que a governabilidade do presidente ficaria comprometida e, por conseqüência, não seria possível promover reformas como a fiscal e previdenciária, que dependeriam de acordos diretos com o Congresso Nacional.

(FONTE: Folha Online)
O empresário Luiz Antonio Vedoin, 31, apontado como chefe da máfia sanguessuga, disse ontem à Polícia Federal em Cuiabá (MT) que foi procurado, na "semana retrasada", pelos petistas Valdebran Padilha, Gedimar Passos e Expedito Afonso Veloso, interessados em comprar um dossiê contra tucanos. Os dois últimos trabalhavam na campanha de Lula. No depoimento, Vedoin disse que o candidato a presidente Geraldo Alckmin (PSDB) "não tem relação com a máfia dos sanguessugas" e "que não há indícios" da participação, "na máfia", do tucano José Serra, candidato ao governo de SP. Mas Vedoin incrimina o empresário Abel Pereira "dizendo que ele recebeu valores para liberação de recursos pendentes na gestão de Barjas Negri (substituto de Serra em 2002) no Ministério da Saúde".

(FONTE: UOL)
Após praticamente ignorar por vários dias o novo escândalo político brasileiro, os principais jornais europeus e americanos deram destaque nesta sexta-feira ao caso da suposta compra de um dossiê contra o ex-prefeito José Serra (PSDB) por pessoas ligadas ao Partido dos Trabalhadores, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“O Brasil já fala em um Watergate versão local”, diz reportagem do diário francês Libération. “Um novo escândalo enlameia o presidente Lula, candidato à reeleição e até agora dado como vencedor certo no primeiro turno.” O jornal observa que o inquérito aberto para apurar o caso somente deve ser concluído no ano que vem, mas “poderia levar à cassação do mandato de Lula se ele for reeleito”. Na Espanha, o diário El País diz que o escândalo já foi batizado por alguns de “Watergate tropical” e destaca a tentativa de Lula de desvincular-se da crise, com declarações à TV alegando que a trama não faz sentido porque não lhe ajudaria “nem um milímetro”. O jornal observa que Lula “parece contar com uma couraça que o protege contra qualquer escândalo de corrupção” e que, após três anos em que enfrentou várias acusações e a queda de vários de seus ministros mais importantes, “a figura de Luiz Inácio Lula da Silva segue incólume”.

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GOVERNO LULLA E SEUS COMPARSAS.

AGORA, NEM FREUD EXPLICA.







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