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20 setembro 2006

ENTENDA O CASO DO DOSSIÊ

(FONTE: Terra)

A Polícia Federal voltou a prender o empresário do Planam Luiz Antonio Trevisan Vedoin e seu tio Paulo Roberto Trevisan, quando, segundo as investigações, planejavam vender por cerca de R$ 2 milhões imagens de vídeo e uma agenda e fotografias que poderiam envolver políticos no esquema de compra superfaturada de ambulâncias com recursos do Orçamento Geral da União. Segundo a PF, a ação foi resultado de uma das linhas de investigação da Operação Sanguessuga.

Na noite de 14 de setembro, a PF impediu que Trevisan viajasse para São Paulo. Ele já estava no Aeroporto de Cuiabá, Mato Grosso, quando os agentes impediram que ele embarcasse para a capital paulista. O tio de Vedoin tinha um dossiê que relacionaria o candidato tucano ao governo de São Paulo, José Serra, ao esquema da máfia dos sanguessugas.

Dinheiro

Em São Paulo, supostamente ele venderia as informações para Valdebran Padilha, filiado ao Partido dos Trabalhadores e que teria ajudado na campanha de 2004 para a prefeitura de Cuiabá, e o agente aposentado Gedimar Pereira Passos. Os dois foram presos no dia 15. No hotel onde Padilha e Passos foram presos, próximo ao Aeroporto de Congonhas, foram encontrados US$ 248,8 mil e R$ 1,168 milhão.

De acordo com o superintendente geral da Polícia Federal no Mato Grosso, delegado Geraldo Pereira, no dossiê, Trevisan tinha imagens que mostram uma solenidade de entrega de 40 ambulâncias para municípios do interior do Estado. No vídeo, aparecem o candidato ao governo de São Paulo José Serra (PSDB-SP), os deputados Lino Rossi (PP-MT) e Pedro Henry (PP-MT), o ex-governador Dante de Oliveira e o candidato ao governo de Mato Grosso Antero Paes de Barros (PSDB-MT). O candidato à presidência Geraldo Alckmin (PSDB-SP) também aparece nas fotos.

Segundo nota da PF, o juiz federal César Bearsi determinou que todo o dinheiro apreendido em São Paulo fique à disposição da 2ª Vara da Justiça Federal em Mato Grosso. Agora, a Polícia Federal quer fazer uma acareação entre todos os suspeitos detidos para descobrir os detalhes da negociação.

Veja alguns eventos recentes e declarações sobre do caso:

- Coligação PSDB-PFL tenta esvaziar o dossiê dizendo que as fotos mostrando Serra e Alckmin ao lado de pessoas ligadas ao superfaturamento de ambulâncias já eram conhecidas. Os dois partidos focam na origem da quantia de R$ 1,7 milhão encontrada com os dois intermediários petistas presos em São Paulo e que seria usada para a compra do dossiê. "De onde vieram os recursos? Podem até ter surgido das cartilhas ou do assalto ao Banco Central em Fortaleza", sugeriu o presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen (SC).

- O presidente do PT nega que dinheiro apreendido seja do PT ou de campanha. "Esse dinheiro não pode ser do PT porque ninguém conhece esse dinheiro. Consideramos inclusive a hipótese de armação contra o PT", disse Ricardo Berzoini na noite de segunda. Fonte da direção do partido disse que a campanha de Lula tentará sair na defensiva, provavelmente entregando cabeças.

- A Polícia Federal, responsável pela apreensão do dossiê e pelas prisões, informou que parte do dinheiro é composta por notas seriadas em reais e dólares, o que pode facilitar a identificação de sua origem.

- O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, afirmou na terça-feira que o dossiê não será usado contra a candidatura de Lula. A PF, que divulgou as fotos de Serra e Alckmin, foi acusada de não ter exibido imagens do dinheiro, numa tentativa de poupar a campanha à reeleição. "É preciso que as pessoas entendam que o Brasil mudou. Hoje não é mais como naquele tempo em que se faziam imagens para jogar na televisão e destruir candidaturas. Não vamos fazer isso neste momento", disse Bastos.

- Lula viajou na tarde de segunda-feira para Nova York, apostando na possibilidade de a acusação à direção do partido vir a se revelar uma "armação contra o PT".

- A teoria de armação se enfraquece à noite, após revelação de que o ex-policial Gedimar Pereira Passos, intermediário preso que compraria o dossiê, é funcionário do Diretório Nacional do PT e trabalhava no setor de informações da campanha de Lula. O setor é chefiado pelo bancário Jorge Lorenzetti, amigo de Lula e seu churrasqueiro pessoal.

- Outra pessoa próxima a Lula já havia sido envolvida no caso no final de semana. Gedimar citou à Polícia Federal que estaria a mando de um tal de "Froude ou Freud". O homem seria Freud Godoy, assessor especial da Presidência, que negou envolvimento no caso. Ele foi exonerado do cargo na terça-feira.

- Freud afirmou que recebeu ligação de Lula na segunda-feira e que tranquilizou o presidente. "Lula está ganhando a eleição. Por que eu faria uma coisa dessas?", disse ao jornal O Globo. "Ligaram do PT de manhã (na segunda) pedindo para eu não falar. Mas vou falar, sim", disse.

- Outro petista foi envolvido no caso ao ser preso junto com Gedimar e o dinheiro em um hotel de São Paulo. É o empresário Valdebran Carlos da Silva Padilha, do PT do Mato Grosso. Ele afirmou que seu contato com Gedimar foi feito por meio de Lorenzetti. Valdebran seria o homem de confiança de Vedoin na negociação.

- Gedimar afirmou que, como o PT não tinha a quantia necessária para pagar pelo dossiê, que incluiria também provas contra petistas sanguessugas, um órgão da imprensa participaria do montante e teria exclusividade na divulgação do material.

- A revista IstoÉ, que nega envolvimento no caso, traz reportagem na edição desta semana com os empresários Darci Vedoin e seu filho Luiz Antônio, donos da Planam, denunciando envolvimento dos ex-ministros da Saúde José Serra e Barjas Negri na máfia das ambulâncias. "Na época deles o nosso negócio era bem mais fácil. O dinheiro saía bem mais rápido. Foi quando mais crescemos", disse Darci Vedoin à IstoÉ, sobre o período de 1998 a 2002, quando Serra e Barjas estiveram no comando do Ministério da Saúde.

- A coligação PSDB-PFL protocolou no TSE pedido de investigação judicial e eleitoral contra Lula, Thomaz Bastos, Berzoini, além de Freud, Valdebran e Gedimar.

- O escândalo das ambulância veio a público em maio deste ano, quando a PF deflagrou a Operação Sanguessuga, prendendo 46 pessoas, entre elas os empresários Vedoin, que atuavam em Cuiabá através da empresa Planam. Em junho, foi criada um CPI para apurar o caso.

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Fundação ligada a "churrasqueiro" de Lula multiplica ganhos

(FONTE: Terra)

Segundo o jornal Folha de S.Paulo, a fundação Unitrabalho, que tem entre seus colaboradores o amigo pessoal de Lula Jorge Lorenzetti, recebeu 21 vezes mais recursos federais durante o atual governo do que durante os sete anos de atividade na gestão de Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

De 1996 a 2002, a fundação recebeu R$ 840,5 mil do governo FHC, enquanto acumulou R$ 18,5 milhões em repasses federais durante a gestão de Lula. A Unitrabalho desenvolve projetos em 92 universidades e instituições de ensino superior públicas e privadas do Brasil.

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A organização criminal chefiada por Lulla com assessoria de Márcio Thomaz Bastos faz inveja no PCC. Tenho certeza que Marcola deve passar horas lendo jornais, revistas, assistindo reportagens e buscando informações afim de que sua organização tenha um nível de "excelência" como tem a do Palácio do Planalto.

É impossível ficar em silêncio quando, mais uma vez, casos escusos deste governo surge. O PT que era um partido do povo, mudou e já faz um bom tempo.

Ou a gente muda o presidente
Ou todos acreditarão que somos palhaços.

Você confiaria a chave da sua casa a alguém que comete roubos?
Então por que você votaria no Lulla?

ASSISTA AO VÍDEO (Parte I)




ASSISTA AO VÍDEO (Parte II)



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